segunda-feira, 16 de julho de 2018

ANCESTRAIS DE PIERRE AUDEBERT


1 - PIERRE AUDEBERT,nascido em 22/07/1879 em Lês Charreaux , França. Faleceu em 26/11/1944 no Rio de Janeiro/ Brasil.

- PAIS
 2  Guillaume Audebert, nascido em 10/03/1856 em Lês Charreaux, França. Faleceu no dia 27/12/1912 no Rio de Janeiro /Brasil.
  Marie Favard, nascida em 21/09/1857 em La Bonetie (Saint Rabier) , França . Faleceu no Brasil antes de 1916, desconhecido o local onde foi enterrada. Casamento em 30/11//1878 em NAILLAC (le Croix de Bernaud)




- AVÓS 
4-  François Audebert, nascido em 1819 em Les Charreaux, França .
5-  Gabrielle Reynaud, nascida em 1/6/1826 em Les Charreaux. Falecida após 1891, pois aparece juntamente  no censo com o marido (François, seu neto Henri e esposa Nélie, bisneta RACHEL AUDEBERT (Rachel Delage), morando em Hautefort.





  
 6-François Gabriel Favard (ou Joseph), nascido em 24/06/1816 em Granges d'ans, casou-se em 5/11/1856 com Jeanne Chausand 
  7- Jeanne Chausand, nasceu aproximadamente  em 1824.Faleceu depois de 1878.


 BISAVÓS
  8 Jean Audebert, nascido em 24/06/1792 (na certidão consta 5 do mês de messidor o terceiro da república -1789 - pois, mudaram o nome dos meses). Faleceu em 14/01/1857 em Tourtoirac.
  9- Jeanne Bardet, nascida em 1791, falecida em 10/01/1869, Casou-se em 2/01/1817




   10- Guillaume Reynaud, nascido em 15/07/1789 em Lês Charreaux (Aux Charreu). Faleceu por volta de 1855
    11 -Catherine Malafayade, nascida em 1791 em Saint Martial Laborie, Faleceu em 2/9/1865 em Cherveix .  Casou-se em 28/07/1822 em Saint Martial Laborie 




12- Pierre Favard, nascido em 26/10/1781 em Saint Orse. Casou-se em 27/11/1805 em Badefols d"Ans com Jeanne Boscornut

13 -Jeanne Boscornut, nasceu 21/09/1788 em Granges d"Ans. Faleceu em 17/04/1854 em Granges d'Ans.




14- Elie Chausaud (Chansau ou Chauseaud) . Nascido antes de 1795. Falecido em 1859,  
 15 - Jeanne Peyramaure . Nascida em 1796. Falecida em 26/09/1869


- TRISAVÓS (TERCEIROS AVÓS)
16 -  François Audebert , nascido em 1757, falecido em 20/09/1833 em Saint  Eulalie D'Ans.  
17 - Marie Faure nascida em 23/09/1776 em Saint Martial d'Albarede, casou-se em 26/10/1791 em Saint Martial d'albarede.

 18- Jean Bardet  nascido antes de 1760,
19- Jeanne Martissou (Marcillac, Martilac), casada em 7/02/1785 em Saint Eulalie D'Ans

 20 -Lèonard Reynaud, nascido em 11/12/1751,casado em março de 1783 
 21 - Marguerite Gache, nascida em 28/03/1763 em Hautefort e falecida em 3/11/1826 no mesmo lugar

22 -Noel Malafayade , nascido em 5/04/1746 em Vaurex/Saint Martial Laborie 
23 -Marguerite Thuilier (Theullier, Tuillier), nascida em 10/06/1751 em Tourtoirac , falecida em 25/02/1830 em Cherveix., Casamento em 19/02/1776 em Tourtoirac.

24 -Gabriel Favard, nascido em 21/10/1742 em Sanit Orse, casamento em 9/11/1769 
25 - Anne Lacoste, nascida em 16/02/1749 em Saint Orse.

26 - Etienne Boscornut, nascido em 27/05/1757 em Granges d"Ans, falecido no mesmo local em 5/11/1805.
27 -Guilonne Jardon, nascida em 17/07/1762 em Granges d'Ans, falecida em 10/03/1825.

28- Jean Chausaud
29 -Jeanne Rousseau

30 -Jean Peyramaure
31 -Marie Lassange


QUARTOS AVÓS (tetravós)

32- ?
33-?
34-?
35- /
36 -?
37 - ?
38 - ?
39 -?


40 -Pierre Reynaud
41 -Gabrielle Gousac (nascida 1708)

42 - Jacques Gache
43 -Marie Vergnaud

44- Noel Malafayade
45 -Madaleine Roubinet

46 - François Theulhier
47 - Margarite Dupin

48 - Pierre Favard
49 - Françoise Laroche

50 -Jean Lacoste
51 - Marie Rafaillac

52 - Jean Boscornout
52 - Jeanne Pasquet

53 -Pierre Jardon
54 -Louise Celerier



domingo, 15 de julho de 2018

FAMÍLIA MALAFAYADE (FRANÇA)

Revendo meus arquivos descobri anotações que fiz, há mais de uma década, sobre um ramo ancestral. Trata-se da família Malafayade.
Para situar melhor onde meus ancestrais viveram o mapa dá a exata distância entre as vilas.
Inicialmente, é bom ressaltar que o sobrenome MALAFAYADE é bem antigo na Dordonha, existindo registros do século XII.
Mas, só tenho como provar os últimos 328 anos, pois o ancestral mais antigo que tenho notícia (com prova documental), aparece no século XVII, trata-se de NOEL MALAFAYADE (meu sétimo avô), nascido em 1690 em Saint Martial Laborie (França), cujo casamento com VALÉRIE GAY (nascida em 19/02/1695 em Saint Orse, filha de Bernard Gay e Françoise Lachaud) ocorreu em 10/09/1721. Ele faleceu em 1765, aos 75 anos de idade.  Valérie faleceu em 29/05/1757.
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Igreja de Saint Martial Laborie (construída entre século XII e XIII em estilo gótico)

Acredito que Noel seja neto de outro NOEL MALAFAYADE, nascido em 1606, falecido em 1685 em Cherveix . Mas, não obtive a prova documental. Tenho que fazer mais pesquisas a respeito. 
Alguns membros como  Jean Malafayade e Aubin Lucien Malafayade tiveram certa projeção na comune de Hautefort,.
Quanto ao casal, Noel e Valérie, sabe-se que viveu em Cherviex, como agricultores, em uma  época muito ruim, de muita fome decorrente de invernos rigorosos, e de condições desfavoráveis, onde as crianças eram as mais desfavorecidas e morriam cedo, mesmo assim o casal teve pelo menos 5 filhos que chegaram à idade adulta, foram eles: Noel Malafayade, Bernard Malafayade,Catherine, Gironne e Etiene  .

Noel Malafayade (meu sexto avô) nasceu em 3/12/1722 em Saint Martial Laborie.
Casou-se com Madaleine Roubinet (nascida em Gengis),  em 27/04/1745, conforme a imagem abaixo .

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    O primeiro filho do casal, de um total de 8 conhecidos, também se chamava NOEL MALAFAYADE, meu quinto avô, nascido em 5/04/1746 em Vaurex/Saint Martial Laborie, casou-se em 19/02/1776, com MARGARITE THUILIER, nascida em 10/06/1751 em Tourtoirac .
A filha caçula do casal se chamava CATHERINE MALAFAYADE (minha tetravó) , nascida em 1791 e falecida aos 73 anos (1865). Registro abaixo

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Catherine se casou com GUILLAUME REYNAUD meu tetravô (nascido em 15/07/1789 - exatos 229 anos atrás), em 28/07/1812.
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Registro de casamento de Catherine e Guillaume, aos vinte e oito de julho de mil oitocentos e doze, na Oficina de Registro Civil da Comune de Saint Martial Laborie "canton d'Hautefort" , departamento de La Dordogne, Arondisemente de Periqueaux. Guillaume Reynaud, filho de Leonard Reynaud, falecido em Aux Charreaus (les Charreaux) e Marie Gache, comiciliado em Aux Charreaux, Comune de Saint Agnain e Catherine Malafayade, filha de Noel Malafayade e Margarite Thuilier, residente de Saint Martial Laborie."
O casal teve diversos filhos ( Marie, nascida em 1816; Jean, nascido em 1819; Marguerite, nascida em 1821; Jean , nascido em 1829; Jean , nascido em 1832 e  GABRIELLE REYNAUD, nascida em 1/06/1826, minha trisavó, nascida em Les Charreaux. 
Ela se casa com FRANCOIS  AUDEBERT  em 27/10/1847 em Hautefort .

Os avós paternos de Guillaume eram Pierre Reynaud e Gabrielle Goursac (meus oitavos avós)
Gabrielle Goursac faleceu aos 70 anos de idade e foi enterrada na Igleja de Temple Layon em 1778.
Registro de nascimento de Francois Audebert em SaintPantaly D"Ans de 2/2/1819, filho de JEAN AUDEBERT e JEANNE BARDET (casados em 2/1/1817 em Tourtoirac).
Jeanne Bardet foi enterrada em Naillac.

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Registro de casamento de Francois Audebert e Gabrielle Reynaud  de 27/10/1847.
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Somente para esclarecer na época pertenciam a comune de Hautefort Cherveix, Tourtoirac, Saint Orse e Naillac.
Gabrielle Reynaud e François Audebert tiveram 12 filhos:1) François (1849, faleceu ainda criança); 2)Antoinette (1850); 3) Anne (1851); 4) François (1852); 5) Gabrielle (1854); 6) GUILLAUME (1856); 7) Catherine (1858, falecida no mesmo ano); 8) Catherine (1859, falecida no mesmo ano); 9) Catherine (1860); 10) Henri Audebert (1863); 11) Gabrielle (1866) e 12) Anne (1868).
GUILLAUME AUDEBERT, meu bisavô, nasceu no dia 10 de março de 1856 em Les Charreaux. No registro de nascimento um erro foi cometido e constou  GUILLAUME REYNAUD, embora ao lado do registro conste o nome correto.
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Guillaume se casou com Marie Favard, em 30/11/1878. 
O casal teve 3 filhos: 1) PIERRE AUDEBERT, meu avô, nascido em 23/09/1879, em Les Charreaux, 2) Gabrielle Audebert, nascida EM 13/06/1882 em Les Charreaux e 3) Aurora Audebert, nascida em 4/12/1899, em Valença/RJ.


segunda-feira, 2 de julho de 2018

OLHO D'ÁGUA DOS ÍNDIOS - ARARUNA (PB)


Como é mais do que consabido eram muitas as populações indígenas na época da colonização. No território onde hoje se localizam a Paraíba e Rio Grande do Norte existiam muitas aldeias. Infelizmente,  muito pouco se sabe a respeito.
Tendo em vista o caráter semi nômades desses povos, que se mudavam com certa frequência motivados pelas secas, falta de caça ou até por motivos religiosos, grande é a dificuldade em  determinar quais os exatos locais dessas aldeias.
Assim, os documentos mais antigos são fontes para pesquisa e vez por outra nos deparamos com alguns, como o abaixo de 1856 que não só indica o Olho d'água dos Indios (também chamado de Olho D'Água dos Caboclos) localizado no atual município de Araruna (PB), antigamente chamada de Serra d'Araruna.

É bom esclarecer que no registro de 1856 consta que as terras pertenciam ao patrimônio de Nossa Senhora da Conceição (Matriz na época), mas foram doadas pelo Capitão MANOEL JANUÁRIO BEZERRA CAVALCANTE (já falecido em 1856).
Esse Manoel  aparece  como proprietário no local da  "Pedra do Olho d'agua" por volta de  1837.      
Consta no registro (imagem abaixo) que tais terras teriam como limites ao sul a data de Riachão e ao Norte com data da Serra das Baraúnas (pedaço da Borborema que era conhecido na época com o nome da árvore que era abundante no local. Atualmente Monte das Gameleiras e São Bento).  




Casamento realizado aos 29/11/1839 em oratório privado na Serra de Araruna, com as testemunhas FRANCISCO JOVITA DA COSTA e MATHIAS SOARES DOS SANTOS, os nubentes José Francisco ... e Paulina Maria da Conceição , naturais e moradores no OLHO DÁGUA DOS CABOCLOS  ( OLHO DÁGUA DOS ÍNDIOS0.



terça-feira, 26 de junho de 2018

AS MALAS DA RÉ CARLOTA LÚCIA DE BRITO - 1862


  
Carlota Lúcia de Brito vivia em Brejo de Areia (Areia/PB) quando se envolveu na morte do Coronel Trajano Chacon por volta de 1849,
Ela foi julgada e sentenciada a prisão perpétua. Foi cumprir sua pena no presídio de Fernando de Noronha de onde só saiu em 1890 (passou quase 40 anos lá), por conta de um indulto concedido.
Em 1862, a sentenciada fez um requerimento para que pudesse reaver duas malas que ficaram depositadas na cidade de Areia quando de sua prisão.
Teve seu pedido atendido, conforme comprovam o documento abaixo.
Existem notícias de que Carlota viveu com o Diretor do presídio por algum tempo o que facilitou um pouco o cumprimento de sua pena.    

imagem: arquivo pessoal

imagem: arquivo pessoal

RELAÇÃO DOS BENS QUE ESTAVAM NAS MALAS




segunda-feira, 25 de junho de 2018

BANANEIRAS - PB (FOTOGRAFIAS ANTIGAS)

Ainda há muito para ser feito em termos de reconstrução do passado da cidade.
As fotografias retratam momentos da cidade de Bananeiras.
A primeira foi tirada em 1935. Ao fundo a Igreja de Nossa Senhora do Livramento. Abaixo a praça com o coreto.


Fotografia de 7/9/1922, com o coreto e nenhuma árvore na praça recém construída e inaugurada



Desfile escolar no dia 7/9/1922

Dia 7/9/1922 -  Inauguração do coreto e da praça


Foto tirada entre 1922/1928. Vista da estrada para a antiga Vila do Moreno.


SÃO JOSÉ DO CAMPESTRE- RN

Muitas das vezes em minhas pesquisas encontro documentos que são verdadeiras relíquias históricas por conterem informações que se perderam no tempo.
É o caso de um registro de terras, feito em 1857, que diz respeito à cidade de São José do Campestre, município localizado na microrregião da Borborema Potiguar e bem próximo da fronteira com o estado da Paraíba.
Trata-se do registro de terras feito por MANOEL NUNES DE OLIVEIRA e sua mulher UMBELINA MARIA DA CONCEIÇÃO, que declararam serem moradores do CAMPESTRE, do termo e Freguesia de Independência (antigo nome de Guarabira), e que eram senhores e possuidores de terras denominada LAGES, na freguesia de Araruna, termo de Bananeiras.
Sendo que ficavam " meia légua ao fundo do Rio Curimataú para o poente a contestar pelo Norte com terras de Joaquim Ancelmo e pelo sul com terras de Francisco Soares", que herdaram da falecida MARIA DO CARMO CAMPESTRE .
Vê-se assim que o lugar denominado "Campestre" já existia em 1857 e nele haviam moradores, sendo que a origem do nome muito provavelmente se originou do sobrenome da proprietária do local.
Pesquisei na internet e não achei nada a respeito. Toda a história "oficial" do município faz menção que a povoação do local começou a partir de 1890, ou seja, mais de 30 anos (no mínimo) após  seus primeiros moradores terem se fixado no local.
Não há registro nenhum sobre MARIA DO CARMO CAMPESTRE.  
  Abaixo o registro

quarta-feira, 2 de maio de 2018

POPULAÇÕES DE ALGUMAS CAPITAIS 1915

 QUADRO COMPARATIVO DA CIDADE DA PARAHYBA (atual JOÃO PESSOA)  COM OUTRAS CAPITAIS


CIDADES                            ANO                     POPULAÇÃO
PARAHYBA                       1915                      40.000
CURITIBA                          1915                      65.500
RECIFE                             1915                     230.000 
SÃO PAULO                      1915                     500.000
RIO DE JANEIRO              1915                     961.522 
BELO HORIZONTE           1914                       44.945
SALVADOR                        1913                     310.000  
MACEIÓ                             1913                       70.000
FORTALEZA                       1913                       80.000
MADRID                             1915                     614.105
NEW YORK                        1915                   5.484.328
BUENOS AIRES                 1915                  1.587.105