quinta-feira, 8 de agosto de 2019

AÇORIANOS NO BRASIL

fonte: internet  
OS AÇORES
Muitos brasileiros descendem, assim como eu, de açorianos. Mas, poucos conhecem a história de seus ancestrais.
Inicialmente, devo ressaltar que os AÇORES, chamado oficialmente de Região Autônoma dos Açores, são um arquipélago no meio do Oceano Atlântico, dotado de autonomia político administrativo ligado a Portugal.  
Da mesma forma que a Ilha da Madeira, o arquipélago dos Acores foi descoberto por conta das grandes navegações portuguesas e começou a ser povoado por volta de 1450.
As 9 ilhas (Terceira, São Miguel, São Jorge, Pico, Faial, Graciosa, Santa Marta, Corvo e Flores) atraíram muitos imigrantes. Sendo que parte desses seriam cristãos novos que foram obrigados a se converter devido as perseguições promovidas pela Inquisição da Igreja Católica, conhecida em Portugal como Tribunal do Santo Ofício e abrangia todos os territórios do Império Ultramarino português, incluindo obviamente Açores e Brasil.
A perseguição aos judeus em Portugal começou  por volta de 1458, se intensificando a partir de 1497.
Os emigrantes que iam para os Açores visavam ficarem livres das perseguições que ocorriam em Portugal continental. Contudo, nem sempre isso ocorria, pois muitos foram processados.
Um fato importante a ser considerado é que além do território açoriano ser limitado ocorreram muitas catástrofes como terremotos, secas e epidemias, embora tenha a população aumentado consideravelmente em pouco tempo, o que motivou a vinda de muitos açorianos para o Brasil.
A extensão territorial de nosso país, aliados a qualidade das terras e a inexistência de alguns fenômenos naturais como vulcões atraiam os açorianos, que chegaram aos montes entre 1541 e 1815). 
Segundo Gaspar Frutuoso a emigração mais significativa teria ocorrido na primeira metade do século XVII,  a partir de 1628 com a vinda de cerca de 500 casais de açorianos para o Brasil que teriam ido para o Rio e Maranhão.
O fluxo migratório continuou intenso nos seculos seguintes até o inicio do século XIX. Esses açorianos vieram com o objetivo de povoarem as regiões Sul e Norte do país, mas muitos se fixaram no Sudeste e também no Nordeste.
Na minha família, minha bisavó MARIA DAS MERCÊS BOTELHO DE MEDEIROS, nascida em São Miguel, só chegou aqui acompanhada dos pais e irmãos por volta de 1868, provavelmente atraídos por algum parente que chegara antes. Eles se fixaram no Vale do Paraíba e no sul de Minas Gerais.
Não pesquisei sobre os emigrantes de outras ilhas além daqueles que São de São Miguel, mas uma excelente fonte de pesquisa são os Fundos Paroquiais dos Acores que estão organizados por ilha, concelho e freguesia. De fácil consulta on line . Neles também será possível consultar   passaportes. 
Acrescente-se que quanto a genealogia da Ilha de São Miguel é obrigatória a consulta  da genealogia de Carlos Machado, Gaspar Frutuoso e Rodrigues Rodrigues.
Com tempo e paciência é possível encontrar registros de nossos ancestrais açorianos.   

domingo, 30 de junho de 2019

MORADORES EM SANTA CRUZ/RN (1860/1865)

GONÇALO FRANCISCO CAMPELLO
JOANNA MARIA DA CONCEIÇÃO

GONÇALO BARBOSA DE MOURA
JOAQUINA BARBOSA DE SOUZA

VICENTE FERREIRA DA COSTA
JOANNA THEREZA DE JESUS

MANOEL MOURA BARBOSA
RITA MARIA DA CONCEIÇÃO

JOSÉ MARIA DA SILVA BAIÃO
FRANCISCA MARIA GOMES
JOSÉ JOAQUIM DA ROCHA
FRANCISCA MARIA GOMES

JOSÉ JOAQUIM DA ROCHA
MARIA JOAQUINA DE BARROS

SEVERINO JOSE VIEIRA
ADELINA MARIA DA CONCEIÇÃO

JOÃO BAPTISTA DE ARAUJO
JOANNA MARIA DA CONCEIÇÃO

JOSÉ MORENO CASADO
ROSA MARIA DA CONCEIÇÃO

ANGELO CUSTODIO DO NASCIMENTO
MARIA MAGDALENA DE JESUS

MANOEL JUVENCIO SILVA
LEONARDA JANUARIA DA SOLEDADE

ALEXANDRE RODRIGUES DE CARVALHO
MARIA FAUSTINA ROSALINA BEZERRA 

sexta-feira, 31 de maio de 2019

ESCRAVOS NO RIO GRANDE DO NORTE 1888


CASAMENTOS 1886/1887 - SANTA CRUZ/RN

1886 - 1887

AVELINO JOSÉ DA PENHA
ANTONIA FLORA DA CONCEIÇÃO

ANTONIO CARLOS DE OLIVEIRA
LEOCADIA MARIA DA CONCEIÇÃO

FRANCISCO VICENTE DE MOURA
LILINA MARIA DA CONCEIÇÃO

MANOEL JERÔNIMO DE ARAÚJO
ANTONIA VICÊNCIA DE MOURA

ANDRE THOMAZ PEREIRA
ROSALINA MARIA DA CONCEIÇÃO

REGINADO GOMES DE ANDRADE
SECUNDINA MARACAJÁ BEZERRA CAVALCANTE

JOSÉ FELICIANO DA SILVA
ISABEL MARIA DA CONCEIÇÃO

SEBASTIÃO GOMES DE MORAES
JOSEFA MARIA DA CONCEIÇÃO

JOAQUIM JOSÉ DA SILVA
MIRANDA LIMA MARIA DO ESPÍRITO SANTO

FRANCISCO VALCACIO DA SILVA 
ANA MARIA DA CONCEIÇÃO

nICOLAO FRANCISCO DOS SANTOS
MARIA FLORINDA DOS SANTOS

ANTONIO JOSÉ DA ROCHA
ANTONIA FERREIRA DE LYRA

JOAQUIM CORDEIRO DO VALE
JOANNA MARIA DA CONCEIÇÃO

FRANCISCO IGNACIO DA SILVA
ELVIRA LEOPOLDINA DA SILVA

JOÃO FERREIRA DA COSTA
JOSEFA MARIA DA CONCEIÇÃO

TIBURCIO FRANCISCO DA CRUZ
ANACLETA MARIA DA CONCEIÇÃO

MANOEL JANUARIO BEZERRA
BENEDITA FRANCKLINA BEZERRA

JOSE VICENTE DA SILVA
MARIA FRANKLINA DO AMOR DIVINO

JOÃO GOMES DA SILVA
JOANA MARIA DA CONCEIÇÃO

JOSÉ BARBOSA DA PAZ
ABDOLINA MARIA DA CONCEIÇÃO

CAETANO PEREIRA DA SILVA
JOAQUINA DE OLIVEIRA

JOSÉ LUIZ DE MELO
VITALINA MARIA DO LIVRAMENTO

FRANCISCO PEREIRA DAS CHAGAS
MARCIANA MARIA DA CONCEIÇÃO

MANOEL VALCARCIO 
JOANNA BENTA MARIA DA CONCEIÇÃO

MANOEL SEVERINO DE OLIVEIRA
MARIA THEREZA DA CONCEIÇÃO

ALEXANDRINO JOSÉ DA COSTA
MARIA JOAQUINA DA CONCEIÇÃOA 


IRLANDESES NA BAHIA - 1830

O serviço militar obrigatório, adotado no Brasil, para cidadãos do sexo masculino que completem 18 anos de idade, se tornou lei em janeiro de 1906.
Antigamente, muitas nações reforçavam os seus exércitos com tropas mercenárias contratadas no estrangeiro, as quais se envolviam em guerras, não para defender uma bandeira ou nação, mas para lutar por dinheiro - quem pagava mais.
No século XVIII, os soberanos de certos principados da Alemanha exploraram seus batalhões alugando-os para quem necessitasse à exemplo do Inglaterra que era freguesa desse tipo de mercado.
Muita gente não sabe mas nas lutas pela consolidação da Independência do Brasil, ocorridas entre 1821 a 1825, D. Pedro I se valeu de mercenários, sendo a maioria da Alemanha e da Irlanda.
Dizem que muitos dos elementos que foram trazidos para o Brasil eram de criminosos tirados das prisões alemãs que chegavam aqui algemados ou amarrados. Em relação aos irlandeses a grande maioria eram de gente pobre que passava forme e via nas guerras a unica forma de ganhar algum dinheiro e poder sobreviver.
Quando chegaram aos Brasil os mais aptos eram incorporados à tropa e mandados para o Sul sob a promessa de que uma vez terminadas as lutas ganhariam terras e outras recompensas.
Mas, finda a campanha esses mercenários foram enviados ao Rio de Janeiro.
Não se sabe o número correto desses indivíduos, mas calcula-se cerca de 3 mil, ou seja, um numero razoável considerando que toda a população do Rio de Janeiro na época não ultrapassava a 270 mil habitantes. 
Esses mercenários foram mal alojados. Não recebiam comida suficiente e nem pagamento. Também não viram com o correr do tempo disposição do governo de serem cumpridas as promessas e se tornaram rebeldes, com a sublevação de três batalhões do Corpo de Estrangeiros.
Para reprimir a revolta o governos solicitou ajuda de forças tarefas francesas e inglesas. O cenário foi de cenas de horror. Onde quer que aparecesse um alemão ou irlandês , fizesse ou não parte dos revoltosos, eram trucidados. Morreram cerca de 200 mercenários e outros tantos ficaram feridos. 
Vale ressaltar, que desde 1826 se discutiam  projetos de naturalização de estrangeiros, sob a justificativa de que era necessário povoar o Brasil. E, que em 1927 aqui chegaram mais de 945 colonos irlandeses que se somaram aos mercenários.
Diante da revolta dos mercenários e do quadro negativo que se apresentava, foram deportados cerca de mil e quatrocentos irlandeses, mas uma parte foi enviada para o Sul da Bahia, numa tentativa fracassada de colonização. E, 101 famílias foram encaminhadas para Salvador onde permaneceram até 1830.
Com o tempo a comunidade de irlandeses foi se desfazendo aos poucos e seus integrantes se espalharam pela província (Bahia) e todo o Nordeste.
O que justifica, em parte, muitos nordestinos possuírem uma herança genética desses ancestrais.
Infelizmente, poucas pesquisas foram feitas neste sentido. Os sobrenomes que foram aportuguesados dificulta ainda mais a pesquisa genealógica. 

# Essa postagem é consequência da discussão em grupos de genealogia genética da perplexidade de alguns diante da forte carga genética nos testes de DNA da "ancestralidade inglesa",  que engloba a Irlanda , mormente em pessoas da Bahia.    
     
  

sexta-feira, 1 de março de 2019

FRUTAS BRASILEIRAS APRECIADAS PELOS ÍNDIOS

Não se sabe com certeza quando nossos indígenas começaram a fazer roças (capoeiras) e, nem a partir de quando utilizavam em sua alimentação  os frutos que colhiam.
O fato é que há um  padrão nas sociedades indígenas, pois diversas plantas representavam substancial fonte alimentar, sendo que inúmeras espécies vegetais, objeto de coleta por parte dos índios, foram adotadas pelos colonizadores europeus, que passaram a cultivá-las e que hoje representam um papel relevante na economia mundial.
Podemos citar, como exemplo, o caju, a castanha do pará, o guaraná e a mandioca.

Algumas árvores frutíferas bem conhecidas são:  araçá, abio, araticum, bacuri, cajá, caju, cupuaçu, goiaba, guabiroba, guavira, guarajá, ingá, jambo, jabuticaba, jenipapo, jatobá, jurubeba,  maracujá, mangaba, macajá, murici, pitomba, pitanga, pequi, piquiá, taperabá, sapucaia, umbu,  umari e uvilha.  
Algumas palmeiras destacam-se como a bocaiuva, buriti, açaí, inajá, tucum e babaçu que forneciam o fruto, o palmito, a castanha (da qual faziam azeite para comer, para repelir insetos, para a cobertura das ocas, fazer cestos e  esteiras  com as fibras.
Da mata  os índios extraiam seus remédios como a copaíba, usada para curar feridas e para os rins. A ipecacuanha  usada contra a diarreia e a quinina um poderoso antimalárico. 
Muitas espécies da flora eram usadas como corantes naturais como o jenipapo e o urucu.

Nordeste, os frutos indígenas brasileiros foram incorporados na alimentação dos primeiros colonos como a mangaba, que pode frutificar o ano todo, e além da fruta seu caule libera um látex quando ferido que se solidifica em contato com o ar. O caju, que além da polpa, tem uma castanha muito saborosa.
Mas, nada supera o uso da mandioca, que é a principal planta herdada dos indígenas.
O cultivo da mandioca representa várias vantagens, já que não é suscetível a pragas, cresce em todo solo tropical, produz raízes cerca de 6 a 8 meses depois de plantada e da mandioca se faz farinha e muitos outros alimentos.
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

BATISMOS EM SANTA CRUZ( 1868) RN

BRAZ - 3/2/1868, filho de Eleno Canuto Lopes e Maria José de Jesus
JOAQUIM- 16/07/1863, filho de Camilo Barroso de Carvalho e Maria Malaquias da Cunha
                  Batizado em Riquitelha, padrinho Malaquias de Cordeiro Castelo Branco  
MANOEL- 07/02/1867 - filho de Antonio José dos Santos e Clara Maria da Conceição
                   Padrinho Joaquim Nunes Marinho de Carvalho 
JOSÉ - 26/12/1867, filho de Manoel Francisco Campelo e Maria Francisca da Conceição
ALBINO - 5/02/1868, filho de João da Cruz e Maria José da Conceição
SEBASTIANA - 15/01/1868, filha de Marinho Santana e Maria Francisca da Conceição
CAPITULINA - 4/9;1867, filha de Alvez Carreiro Sobrinho e Joaquina Maria da Conceição    (Casa de oração do Potegi Pequeno)
MARIA - 26/01/1868 - filha de Antonio Bandeira de Lucena e Vicência Maria da Conceição
VICTORINO - 21/12/1867, filho de Felício Bezerra Leite e Josepha Bezerra
ANNA - 22/12/1867, filha de Umbelina Maria da Conceição 
ANTONIO - 22/01/1868, filho de Manoel da Paixão e Berenice Maria
ROSÁRIA - 7/01/1868 , filha de Feliciano Caetano e Maria José
PEDRO-  31/01/1867,  filho de José Joaquim Peixoto e Antonia Ferreira de Mello
JUVENAL - 9/7/1868 , filho de Luiz Gomes de Oliveira e Jovina Maria da Conceição
ALBINO - 5/2/1867, filho de Manoel da Cruz e Maria José da Conceição
ANTONIO - 4/11/1867, filho de Manoel Thomaz de Oliveira e Maria José da Conceição       Padrinho Capitão Job Furtado de Mendonça Menezes
JOAQUIM -  2/2/1868filho de Manoel José da Costa e Paulina Maria da Conceição
FRANCISCO- 29/01/1868, filho de Militão Miquelino de Barros e Antonia Maria da   Conceição
FAUSTINO - 17/02/1868, Filho de Idalino José da Silva e Paula Maria de Jesus
SEBASTIÃO- 18/01/1868, filho de Manoel Andre de Barros e Francisca Maria da                  Conceição 
MARIA - 17/01/1868, filha de João Francisco de Medeiros e Josepha Maria Florinda
URSULINA - 1/9/1867, filha de José Gomes dos Santos e Francisca Maria do Espirito      santo
ADOLPHO - 23/12/1867, filho de Alexandre (escravo de Joaquim José da Silveira Barreto)e Maria Rosa da Conceição, feito no Oratório do Potegi Pequeno
ANTONIO - 29/02/1868, filho de Francisco Alves de Oliveira e Florida Maria da Conceição
VICÊNCIA - 23/07/1868, filha de Francisco Manoel do Nascimento e Umbelina Erminiana da Conceição
ANNA - 3/3/1868 , filha de Faustino Gomes da Costa e Josepha Maria do Patrocínio
JOSÉ - 19/3/1868, filha de João Antonio Crisóstomo e Francisca Maria da Conceição
MARIA - 12/01/1868, filha de João Pedro da Silva e Nicácia Maria da Conceição
LUIZ - 28/02/1868, filho de Luzia Florinda do Nascimento
RAQUEL - 18/03/1868, filha de Miguel Joaquim da Paixão e Ana Maria da Conceição
GABRIEL - 30/03/1868, filho de Francisco Antunes de Lima  e Ana maria de Araújo
ANTONIA - 4/01/1868 , filha de Domingos Alvez da Silva e Maria Francisca da Conceição
MICAELA - 6/2/1868, filha de Sebastião da Rocha Bezerra e Maria Rosa de Mello Cabral
RITA - 5/2/1868, filha de Sancha Maria de Jesus
ANTONIO  - 6/1/1868, filho de José Miranda da Cunha e Francisca Maria da Conceição
JOÃO- 8/2/1868, filho de Manoel dos Santos Lima e Maria Perpétua da Felicidade
JOAQUINA - 8/9/1867, filha de Trajano Bento e Fellipa Maria de Jesus
ANTONIO - 20/02/1867, filho de Rita Maria da Conceição
SEBASTIÃO - 23/01/1868, filho de José Lupicínio da Silva e Rita Barbosa de Lima
LEÔNCIO - 23/02/1868, filho de Firmino José Justiniano e Maria Madalena da Conceição
JOAQUIM - 4/3/1868,filho de José Joaquim do Nascimento e Maria Joana da Conceição
BALBINA - 6/2/1880, filho de João Soares da Costa e Josefa Maria de Moraes
ISABEL- 8/3/1868, filha de José Gomes Bezerra e Cândida Maria da Conceição
LÚCIO - 15/04/1869, filho de Antonio Rodrigues da Rocha e Joaquina Andreza de Jesus
MARIA - 23/03/1868, filho de Manoel Thimóteo de Araújo e Maria Francisca da Penha
JOÃO  - 15/08/1867, filho de David José de OlIveira e Cândida e Delphina Maria da Conceição
VALDEVINO - 7/4/1868, filho de Manoel Fernandes da Cruz e Joana Maria da Conceição
JOÃO - 11/09/1867, filho e José Borges de Oliveira e Eugênia Maria da Conceição.            Padrinhos: Theophilo Ferreira da Rocha e Maria Secundina Ferreira da Rocha                    (solteiros)
MANOEL - 27/03/1868 - filho de Antonio Pereira da Silva e Rita Maria da Silva
PEDRO - 13/01/1868 - filho de Manoel Theixeira dos Santos e Maria da Conceição
ANNA - 18/05/1868, filha de Francisco Lins de Vasconcelos e Perpétua Thereza de Jesus,   padrinho Tenente Manoel Alves de Oliveira Galvão
RITA - 5/4/1868, filha de ANTONIO PAULO DA COSTA e LUZIA MARIA DE FRANÇA,  são   meus trisavôs, pais de meu bisavô MANOEL NORBERTO DA COSTA  (o batismo     ocorreu em São Bento)

Rita, nascida a cinco de abril de mil oitocentos e secenta e oito, filha legítima de ANTONIO PAULO DA COSTA E LUIZA MARIA DE FRANÇA, baptizei e puz os santos oleos aos quatorze de maio ditro ano no lugar denominado SAN BENTO desta freguezia, em desobriga, forão padrinhos Gerson José Ferreira de Farias e Umbelina Aquilina de Farias, desta freguesia.
*** Neste registro observa-se que o sobrenome de Luiza é França, igual a de algumas mulheres ligadas a Manoel Franco de Oliveira (meu tetravô), que assinavam Franca ao invés de Franco. 
Acredito que Luzia era irmão de Manoel Franco de Oliveira, meu outro tetravô,que em Santa Cruz aparece também como MANOEL FRANCISCO DE OLIVEIRA - vide outras postagens no blog, como no registro abaixo. Esclarecendo que Manoel era pai de Joaquina Eustaquilina de Oliveira que se casou em 1883, em Santa Cruz, com Manoel Norberto da Costa (meus bisavós), filho de ANTONIO PAULO DA COSTA E LUZIA MARIA DE FRANÇA

ANTONIA -5/01;1868, filha de Manoel Francisco de Oliveira e Ignácia Maria da Conceição, baptizei e pus os santos oleos nesta Matriz (Santa Cruz)