sexta-feira, 17 de julho de 2020

FAMÍLIA SOUSA - ROSÁRIO / LAGOA / ILHA DE SÃO MIGUEL - AÇORES


FAMÍLIA SOUSA (ROSÁRIO - LAGOA – ILHA DE SÃO MIGUEL)

Quando comecei a pesquisar meus ancestrais açorianos percebi, em vários troncos, a presença do sobrenome SOUSA (antes de 1800).
Em alguns casos constatei endogamia que não encontrei em outros troncos.
Descendo de antigos povoadores das Ilhas de São Miguel e Santa Maria, nos Açores, Portugal.
Tenho mais de 40 sobrenomes catalogados que aparecem na minha árvore genealógica (só dos Açores), mas Sousa é o mais frequente.
E, nessa postagem, apenas vou tratar de um que está ligado a freguesia do Rosário, da Lagoa, Ilha de São Miguel
Embora, tenha outras gerações que são citadas tanto por Carlos Machado como por Rodrigo Rodrigues vou me ater aquelas que tenho prova documental.

                PRIMEIRA GERAÇÃO
Começando com meu décimo avô MANUEL DE SOUSA, nascido na Lagoa, por volta de 1605 freguesia do Rosário (Lagoa).
Casou-se com ISABEL DE SOUSA, sua parente por volta de 1630.
Faleceu no dia 22/03/1659, deixando a sua terça a filha Isabel de Sousa com encargo de missa perpetua.


               SEGUNDA GERAÇÃO
ISABEL DE SOUZA se casou em 10.12.1650 com AGOSTINHO DE CARVALHO, filho de João de Fontes de Carvalho (de água de pau) e de Isabel Dias. Faleceu em 8.9.1705. Neto paterno de Sebastião Pires de Carvalho 

                 
                  TERCEIRA GERAÇÃO
 ANDRÉ DE SOUSA CARVALHO, casou no Rosário da Lagoa com ANA DE SOUSA (sua parente), filha de Francisco de Sousa Ribeiro e Isabel Marques

                QUARTA GERAÇÃO
 ISABEL DE PIMENTEL, que casou no Rosário da Lagoa a 5.2.1724 com seu parente MANUEL DA COSTA DE SOUSA, filho de José da Costa, natural de Vila Franca e de sua mulher Águeda Martins (casados no Rosário Lagoa a 4.6.1677) e neto paterno Manuel da Costa, de Vila Franca do Campo, e de sua mulher Águeda Rodrigues e materno Manuel de Sousa e Maria Martins, do Rosário da Lagoa




              QUINTA GERAÇÃO
JOAQUIM DE SOUSA, casou no Rosário da Lagoa a 2.11.1748 com Inês do Sacramento de Sousa (ou dos Santos) , filha de André  Cabral e Isabel de Sousa



            SEXTA GERAÇÃO

 MARIA JOAQUINA nasceu no dia 10/09/1758, foi batizada na Matriz do Rosario, Lagoa, filha de Joaquim de Souza e Ignes dos Santos (ou de Souza)



               SÉTIMA GERAÇÃO
 ANA JACINTHA DE JESUS, nasceu em 6 de outubro de 1792.


           OITAVA GERAÇÃO

11 Joaquim Antonio de medeiros nasceu em 14/06/1827

               NONA GERAÇÃO
MARIA DAS MERCÊS BOTELHO DE MEDEIROS, nasceu no dia 21 de setembro de 1856 na Vila da Lagoa (Ilha de São Miguel/Açores).




                                   DÉCIMA GERAÇÃO

                       ELVIRA PEREIRA GOMES  (20/10/1883).  Foi Batizada no dia 24/02/1884, pelo padre Feliz de Alvarenga Salez, na Capela Nossa Senhora da Piedade de Três Rios/RJ - Brasil..
Casou-se em em 29/02/1908, em Três Rios, com o francês Pierre Audebert, filho de Guillaume Audebert e Marie Favard.

Casamento Religioso


imagem family search

 "aos vinte e nove de fevereiro de mil novecentos e oito na Capella de Entre-Rios desta freguesia observada as disposições do Concilio de Trento e Constituição do Bispado em minha presença e das testemunhas ANTONIO MARQUES DOS REIS (cunhado de Elvira casado com sua irmão Henriqueta) e JOSÉ PEREIRA GOMES (irmão de Elvira) por palavras de presente se receberão em matrimônio PEDRO AUDEBERT, filho legítimo de Guilherme Audebert e Marie Tavares Audebert, natural da França e ELVIRA PEREIRA GOMES, filha legítima de Manoel Pereira Gomes e Maria das Merces Pereira Gomes, já fallecida e natural desta freguesia e para constar mandei fazer este termo que assingno Vigario João Carvalho"

                             DÉCIMA PRIMEIRA GERAÇÃO

DAGMAR PEREIRA GOMES AUDEBERT, nascida no Rio de Janeiro em 10/03/1917
                           
                             DÉCIMA SEGUNDA GERAÇÃO

Isabel de Oliveira Pinto (EU) 

quinta-feira, 9 de julho de 2020

ALGUNS MORADORES DE BANANEIRAS- PB(1840/1890)


ALGUNS MORADORES DE BANANEIRAS (1840/1890)
 ***** Não esquecer que em parte desse período Bananeiras compreendia Arara, Solânea, Serraria, Araruna, Riachão, Dona Ines, Borborema, Belém
Acelino Florentino Carneiro da Cunha 
Alexandre Félix do Rego  
Alexandrino Cavalcante de Albuquerque         
Ana Maria da Conceição  
Anísio Barbosa das Neves           
Antônio Batista da Conceição     
Antônio Bezerra da Silva  
Antonio da Costa Gadelha
Antônio de Trindade Souza         
Antônio Freire de Amorim  1879
Antônio Gomes Bastos
Antônio José Pinto
Antônio Targino de Freitas Pessoa        
Antônio Timóteo de Queiroz        
Bernarda Cândida de Aguiar       
Clementino Ferreira Costa Lima 
Clementino Moreira da Silva       
Clementino Nunes da Cruz          
Cosme Rodrigues  
Daniel Alves de Sena        
Daniel Lins de Mendonça 
David Gomes           
Delfina Francelina do Espirito Santo
Emiliana Herculana Bezerra Cavalcanti
Estanislau José do Nascimento  
Feliciana Francelina de Lima       
Félix José Ribeiro  
Fidelis Bezerra de Moura 
Florência Maria da Conceição    
Francisca Teotonia Pinto
Francisco Batista de Aguiar         
Francisco Ferreira de Melo          
Francisco Moreira da Silva
Francisco Nunes de Souza          
Francisco Regino Cabral de Lima          
Francisco Teixeira da Silva Pinto
Geraldo Ferreira Barbosa 
Gonçalo Rodrigues Bezerra         
Gregório Correia de Melo
Henrique Luiz da Silva
Hortencio José de Sousa 
Jeronimo Ferreira de Lima
Joana Maria da Conceição          
Joana Mariquinha das Neves      
João Alves de Melo
João Alves Frazão Baraúna        
João Alves Pinto    
João Barbosa de Farias
João Barbosa de Farias    
João Batista Remígio        
João de Andrade Freitas da Cupaíba    
João Félix Teixeira da Costa
João Fidelis de Oliveira     
João Gomes de Oliveira   
João Gonçalo de Santa Ana        
João José das Neves        
João José de Medeiros     
João Manoel do Espirito Santo   
João Pereira Marques       
João Rodrigues Baracho  
Joaquim Firmino do Santos
Joaquim Francisco de Além         
Joaquim Freire Diniz         
Joaquim José Pinto
Joaquim José Teixeira                     
Joaquim Lopes de Mendonça
Joaquim Pereira de Santana
José Barbosa Coutinho
José de Aguiar Coutinho  
José dos Santos Barros    
José Fernandes Pereira   
José Francisco da Silva    
José Gomes dos Santos  
José Gomes dos Santos  
José Joaquim Barbosa      
José Joaquim de Araújo   
José Martins de Meireles  
José Ramos de Aquino    
José Rodrigues de Castro Neves
José Tavares Bezerra       
Josefa Emília da Costa     
Justino Barbosa da Silva  
Juvêncio Saraiva de Melo
Laurentino Alves da Silva 
Leonardo Bezerra Cavalcante    
Luiz Ferreira de Mello
Manoel Antônio do Nascimento  
Manoel Barbosa Coutinho
Manoel Benvenuto de Macedo    
Manoel da Cruz Marques 
Manoel Gonçalves de Pinho       
Manoel Joaquim de Santana
Manoel José da Fonseca 
Manoel José Fernandes   
Manoel José Pinto
Manoel Pereira do Nascimento   
Manoel Porfírio Delgado   
Manoel Teodósio Pereira
Manoel Timóteo de Queiroz        
Manoel Vicente dos Santos         
Manoel Vicente Pereira de Melo 
Maria Luíza da Conceição Franco         
Mariana Tavares de Melo 
Martinho José do Nascimento     
Martiniano José Francisco Freire
Martins de Araújo Farias   
Matheus José Batista        
Nicolau José de Carvalho Brito   
Olindina Francisca de Morais      
Paulina Barbosa de Farias           
Pedro Paiva 
Pedro Rodrigues das Neves        
Quitéria Maria do Espirito Santo 
Raquel Gomes Pedrosa    
Reinaldo José do Carmo  
Rita Maria da Conceição  
Roberto José de Fontes   
Rosália Maria dos Santos
Rosalina Rangel de Jesus
Sebastião Francisco do Espirito Santo  
Thomé Soares da Costa   
Vicente Ferreira de Brito   
Vicente Ferreira de Lima  
Virginio Barrbosa de Lucena

sábado, 4 de julho de 2020

ANNE AUDEBERT E JEAN LAMBERT (CASAMENTO 15.02.1890)


Registro de casamento de ANNE AUDEBERT (minha tia bisavó)com JEAN LAMBERT, de 15/02/1890, em Hautefort, Dordgone, Aquitania, França .
Ele filho de Aubin Lambert e Jeanne Heroux.
Ela, filha de François Audebert e Gabrielle Reynaud (meus trisavos) .
Anne era a caçula entre doze filhos. 
Ela veio para o Brasil em 1893, já com dois filhos (Esther e Felician) que nasceram em Tortoirac.
No Brasil teve mais 5 filhos (Hipólito, Rangel, Valdemar, Maurício e João). Fixaram residencia em Rochedo de Minas e depois em  Taruaçú/Mg.
Tiveram muitos descendentes, sendo que atualmente na quinta geração de brasileiros. 

quarta-feira, 1 de julho de 2020

MORADORES DE SOLÂNEA - PB (1925/1936)


                                                                                                        
MORADORES DO DISTRITO DE MORENO (SOLÂNEA) DE BANANEIRAS (1925/1936)
                                                                                              
ALFREDO FABRÍCIO DE OLIVEIRA
AMANCIO FERREIRA DOS SANTOS     Natural de Jardim do Seridó
AMARO MARCOLINO DA SILVA
ANISIO DAS CALDAS BARROS                                    VILA
ANTONIO CARRIELO DOS SANTOS                           COVÃO
ANTONIO GABRIEL DOS SANTOS
ANTONIO MARINHO DOS SANTOS
ANTONIO SOARES DE OLIVEIRA MACHADO          CANNA BRAVA
CAPITÃO IRINEU RANGEL DE FARIAS
FELINTO ANTONIO DE LIMA                                         PODEROZA
FRANCISCO BORGES DA FONSECA                        COVÃO
FRANCISCO DA COSTA MARANHÃO                   CHÃ DA CRUZ
FRANCISCO FERREIRA PINTO                            VILA (Rua Treze de Maio)
FRANCISCO PAULINO DE SOUZA                         FAZENDA VELHA
FRANCISCO VICENTE DE AZEVEDO                          CHÃ DE SANTA THEREZA
GABRIEL FERNANDES DE MELO                                ALDEIA
HELMO IGNACIO DOS SANTOS                                   CHÃ DO MORENO
HERMÍNIO BERNARDO DA SILVA                               MATIAS
ISAIAS VIEIRA DA SILVA                                                VIDAL
JAYME NOBREGA
JOÃO ALVES DE SOUZA  casado com Luiza de França (ela da família de Franco de Oliveira)
JOÃO ALVES DOS SANTOS                                          SOMBRIO
JOÃO CAVALCANTE DE SOUZA
JOÃO FELIX DE SOUZA (família Pinto)
JOÃO FELIZ PEREIRA DA COSTA de Araruna morava em CANNA  BRAVA
JOÃO FONTES DE SOUZA (FAMÍLIA PINTO)
JOÃO LALI DA SILVA PINTO
JOÃO MARCELINO PEREIRA (escrivão)
JOÃO MOREIRA FILHO                                               POVOAÇÃO
JOÃO NÓBREGA FILHO
JOAQUIM PEDRO DA SILVA                                          FAZENDA VELHA
JOSÉ AQUINO LEITE
JOSÉ PEDRO DOS SANTOS                                         GRUTA DE SANTA THEREZA
JOSUÉ SOARES BARBOSA                                           VILA
JUVINIANO GOMES DA SILVA                                       AÇUDE VELHO
MALACHIAS JOSÉ PINTO (nasceu por volta de 1859 no Sitio Buraco em Bananeiras, seus pais Manoel Barbosa de Souza e  Ana eram da família Pinto)
MANOEL RODRIGUES DE OLIVEIRA                          MALHADA DOS BOIS
MANOEL DE AZEVEDO COSTA VILA
MANOEL PEDRO FLORENTINO                                 JATOBÁ
MANOEL RANGEL DE FARIAS
MANOEL RODRIGUES DE OLIVEIRA
MANOEL SEVERINO PEREIRA COVÃO
MANOEL SIMPLÍCIO DA SILVA PINTO                       ALDEIA  
MANOEL THEODORO (natural de Cacimba de Dentro e morador no VIDAL
MANOEL TOMAZ DE AQUINO
OTÁVIO VASCONCELOS DE OLIVEIRA
PEDRO ALVES BASTOS  VILA
PEDRO SOARES DE MELO                                      LAGES
SEBASTIÃO LUIZ DOS SANTOS                               LAGOA FUNDA
SEVERINO CANDIDO DE SOUZA
SEVERINO RAMOS DE AZEVEDO MAIA                  VILA
SEVERINO SANTOS                                                 VILA
SILVINO NUNES                                                       AÇUDE VELHO

domingo, 28 de junho de 2020

FAMÍLIA PINTO EM SOLÂNEA (PB)


A IMENSA FAMILIA PINTO
Recentemente, mais um membro da família Pinto entrou em contato comigo. Tinha dúvidas se realmente era da família e prometi que iria escrever uma postagem explicando tudo.
Não é e nunca foi minha pretensão de compilar todos os membros. Fato que seria quase impossível, considerando o número de descendentes.
Mas, como este ramo ainda tem muitos descendentes, tanto em Solânea como em Bananeiras, achei se trata necessário esclarecer.
Inicialmente, devo esclarecer que não sei quantos irmãos meu quinto avô MANOEL JOSÉ PINTO teve.
Só sei o nome dos 14 filhos
1) MARIA FRANCISCA DA CONCEIÇÃO, casada com JOÃO GOMES DOS SANTOS.
2) JOAQUIM JOSÉ PINTO (meu tetravô) casado com INÁCIA FRANCISCA DE JESUS.
3)  MANOEL JOSÉ PINTO, casado ANTONIA MARIA DA CONCEIÇÃO.
4) ANTONIO JOSÉ PINTO. Casado com JOAQUINA MARIA DE LIMA CAVALCANTI em 1870.
5) JOSÉ PINTO DE SOUZA ou JOSÉ PINTO DA SILVA. Casado com JOANA EULANA DO NASCIMENTO.
6) JOÃO SIMPLÍCIO DA SILVA PINTO, casado com LUDOVINA MARIA DA CONCEIÇÃO.
7) ANTONIA MARIA DA CONCEIÇÃO, casada com MANOEL JORGE TEIXEIRA.
8) IGNÁCIO JOÃO PINTO, casado com ALEXANDRINA. Filhos conhecidos FRANCISCO DA SILVA e JOÃO IGNÁCIO DA SILVA.
9) MARIA FRANCISCA DA CONCEIÇÃO, 17 anos, casada com FRANCISCO SEVERINO DE OLIVEIRA. Filho MANOEL, nascido em 12/11/1864. CLAUDINO JOSÉ DE SOUZA (1871) casado em 14/02/1889 com Felismina Maria da Conceição.
10) CATHARINA MARIA DE JESUS,
11) BERNARDINA. Casada com JOAQUIM ALVES TEIXEIRA (fato que só descobri recentemente).   
12) JOANNA
13) MANOEL
14) ANNA (tenho notícias que se casou Areia/PB)
Esses eram os filhos vivos a época do inventário de Manoel José Pinto (1865) não aparecendo os filhos Joaquina, Virgínio, Francisco e Isabel os quais deviam ser falecidos e dos quais não tenho maiores informações.

Todos esses filhos nasceram em Bananeiras, mas muitos viveram em Moreno (Solânea) a exemplo de Manoel José Pinto, Antônio José Pinto (este foi morar em Solânea a partir de 1870, onde criou todos os seus filhos, inclusive Manoel Simplício da Silva Pinto). Deixou muitos descendentes que ainda hoje moram lá.


Meu trisavô Joaquim José Pinto, nascido por volta de 1818, foi casado com Inácia Maria da Conceição (tinham bisavós em comum), morava no Buraco, localidade de Bananeiras lindeira a Moreno, local onde tinha terras na Aldeia.
Entre um e outro local a distância não chega a 3 Km.
O casal teve muitos filhos, dos quais são conhecidos
1)    ANA FRANCISCA DO SACRAMENTO PINTO, nascida em julho de 1840, casada em 1857, com José Felix de Souza (nascido em 1827). Se fixaram em Moreno.
2)    JOÃO JOSÉ DE SOUZA, nascido em janeiro de 1842 casado com Maximiana Maria da Conceição . Tenho notícias que viveram nos Melões (atual Coronel Ezequiel onde seu pai tinha terras com criação de gado).
3)    FRANCISCO, nascido em junho de 1845. Desconhecidas maiores informações, até se sobreviveu à vida adulta.  
4)    EMYGDIO JOSÉ DE SOUZA PINTO, nascido em 1844, provavelmente em Araruna ou Cacimba de Dentro. Meu trisavô casado com Isabel Francisca de Lima. O casal teve 16 filhos sendo que 6 viveram e morreram em Solânea.
5)    ANTONIO JUSTINO DE SOUZA, nascido em 1845.
6)    LUIZA MARIA DA CONCEIÇÃO (LUIZA PINTO), batizada em 14/01/1849 em Bananeiras. Recebeu o nome da madrinha Luiza Mendes casada com Pedro Rodrigues das Neves.
7)    IGNÁCIO FRANCISCO DE SOUZA, nascido em 1850 em Solânea. Casado com Alexandrina Francisca de Lima, sua prima de segundo grau.
8)    GABRIEL ELPIDIO PINTO DE SOUZA, nascido em 1851

LUZIA MARIA DA CONCEIÇÃO ou LUZIA PINTO, como aparece em alguns documentos, casada com JOSÉ FONTES DE SOUZA por volta de 1866. O casal sempre residiu em Moreno, onde tiveram muitos filhos.  Dentre os quais:
1)    ISABEL MARIA DA CONCEIÇÃO, que faleceu aos 82 anos em 21/02/1963 Solânea, sendo que a época morava na rua Celso Cirne em companhia de um irmão. Era solteira e sem filhos.
2)    MARIA LUIZA D0 ESPÍRITO SANTO OU MARIA FONTES, casada com Luiz Ribeiro dos Santos (seu primo), ambos moradores no Olho Seco de Solânea. Luiz era filho legítimo e Porfíro Ribeiro dos Santos e Maria Joaquina do Espírito Santo, antigos moradores da Aldeia. Tiveram muitos filhos e deixaram descendentes que vivem até hoje em Solânea.
3)    ANGELA DA CONCEIÇÃO, falecida em 14/05/1968 em Bananeiras. Foi casada duas vezes. A primeira com Felinto de Tal e a segunda com José Francisco dos Santos. Não teve filhos. Era muito conhecida em Bananeiras onde residia na Rua Alfredo Guimarães.
4)    JOSÉ FONTES DE SOUZA, casado com Claudia Maria da Conceição, filha de MANOEL OLEGÁRIO DE SOUZA PINTO e de Emília Maria da Conceição. Manoel era filho de Antônio José Pinto (filho de Manoel José Pinto). Ambos residentes em Solânea.
 O número de filhos alcançou o número 9, mas desconheço o nome dos outros já que não pesquisei nos livros de Solânea/Bananeiras.

Não confundir essa LUIZA PINTO com outra de nome LUIZA MARIA PINTO, nascida em 23/02/1919 na Aldeia, filha de MANOEL SIMPLÍCIO DA SILVA PINTO e LEONCIA COSTA, outro filho de Antônio José Pinto, neto de Manoel José Pinto, que viveu em Solânea.
Essa Luiza se casou em 18/04/1952 com Severino Pessoa da Costa, filho de Luiz Pessoa da Costa e Josepha Leopoldina. Ele era viúvo quando se casou com Luiza.
Outra filha de Manoel Simplício da Silva Pinto foi JOANA GOMES PINTO, nascida em 1903 e falecida em 1967 em João Pessoa. Na época, viúva de Manoel Galdino Gomes.com quem se casou em 1917. Seus filhos : Derci, Eliane, Edisio, Darci, Adelcio, Iranir, Nair e Jovenir.

De fato, a família Pinto está há muito tempo em Solânea/PB. No meu tronco tenho documentos que comprovam que já habitavam aquela localidade por volta de 1836. Muitos de seus descendentes vivem lá até hoje. Muitos não sabem que pertencem a família. Outros sabem, mas não conhecem seus ancestrais.   

Essa postagem “encomendada” visa esclarecer o vínculo de parentesco entre alguns membros da família Pinto.
Resta aos descendentes continuarem construindo a arvore genealógica. Colhendo documentos comprobatórios (escrituras, registros de terras, inventários, etc.) que nos ligam ao povoamento da antiga Moreno. Reconstruindo os fatos passados e não permitindo que o nome dos nossos ancestrais seja apagado da história de Solânea.

SOLÂNEA (ANTIGA MORENO/PB)

SOLÂNEA – SUA HISTÓRIA QUE SE CONFUNDE COM A DE ALGUNS DE MEUS ANCESTRAIS
A ligação de alguns de meus ancestrais com Solânea (PB) remonta ao final do século XVIII, podendo ser bem mais antiga se considerada minha ancestralidade indígena, constatada em testes de DNA, que acusam entre 3 a 5,2 % de nativos sul-americanos, que só podem ser oriundas de meu lado paterno, já que o materno é todo de origem europeia.
A ocupação indígena no território onde hoje está localizado o município de Solânea (Antiga Chã do Moreno) é antiga, mesmo antes da chegada dos colonizadores portugueses.
Vários de meus ancestrais comprovadamente viveram na antiga Moreno. Muitos nasceram lá, como minha avó materna ISABEL ALEXANDRINA BORGES (8/09/1902).
Descendo de antigos colonizadores das famílias Borges, Pinto, Oliveira, Lima, Souza e Costa, que através de enlaces matrimoniais sucessivos (endogamia) deixaram inúmeros descendentes, não só em Solânea, como pelo mundo agora.
Necessário esclarecer que não se sabe ao certo quando começou a ocupação daquele território, nem pelos indígenas e muito menos pelos portugueses.
O que se sabe com certeza é que Duarte Gomes da Silveira, que foi um rico senhor de engenho na Paraíba, com ânsia de conquistar terras para a agricultura e criação de gado, destruiu totalmente várias aldeias indígenas, entre elas a que foi chamada de “Vila de Ararembé” que era uma grande aldeia, cujo líder era chamando Ararembé (alguns chamam de Zorababé) que foi capturado por Duarte Gomes da Silveira em 1587, depois que destruída a aldeia dele.
Essa aldeia era “localizada na Serra da Copaoba, que é um dos contrafortes da Borborema a qual corta a Paraíba de Norte a Sul, começando no Rio Grande do Norte e termina em Pernambuco.
Foi nessa serra onde ocorreram muitas das “guerras” entre os potiguaras e os portugueses.
O mapa de Marcgrave (1643) indica onde seria localizada a aldeia de Ararembé, o que acredito ter sido no município de Solânea.
Mas, pode ter sido no território de Pilões.
O interessante é que quase um século depois de sua destruição surge um aldeamento indígena, que segundo Domingos Monteiro da Rocha (in relação dos lugares e povoações de Mamanguape de 1757) ficava localizado na “Serra das Bananeiras” a qual chamavam de Boa Vista, que posteriormente ficou conhecida como “Aldeia de Santo Antônio da Boa Vista”.
Esse aldeamento já era conhecido por volta de 1700 e estava a cargo dos religiosos de Santa Tereza.
Acredito que por conte desse aldeamento o colonizador português se viu atraído pelo lugar. Terras boas para o cultivo, índios pacificados disponíveis para o trabalho (mão de obra) e serviço religioso eram atrativos que não poderiam ser desprezados pelo colonizador.
Durante algumas décadas a vida na aldeia seguia tranquila, e em 1780 já era notável o número de habitantes nas redondezas. Meus ancestrais, como de muitas outras famílias antes de se fixarem nesses “sítios de terra” passaram pela Alagoa do Pahó (atual Alagoa Grande) que era a porta de entrada para o Brejo Paraibano.
Por Brejo entende-se a região intermediária entre o litoral e o sertão e abrange a Serra da Borborema.
Mas, é necessário dizer que em os Sucurús conseguiram sesmaria em 1718, próximos ao lugar em que já estavam aldeados.
Consta que, em 1744, o Conselho Português escreveu carta ao rei sobre a devassa que se instaurou na Paraíba e, pelos ferimentos causados aos índios no “distrito de Bananeiras”, o qual nessa época pertencia a Mamanguape.
Esse conflito resultou na morte de 8 indígenas e 3 feridos, fato que teria acontecido em 14/11/1739 na “aldeia dos índios”.
Vemos assim que o passado de Solânea (antiga Moreno) está ligado aos agrupamentos indígenas, mais precisamente a localidade denominada ALDEIA, que ainda hoje carrega esse nome e faz parte no município de Solânea.
Território que compreendia desde a “Chã de Santa Tereza” (nome dado pelos religiosos por conta de sua Ordem) até à Aldeinha entre os riachos das Lages e o da Gruta de Santa Tereza.
Na Aldeia existiram várias fontes de água que eram chamados de “olhos d’agua “ e abasteciam a população local e suas criações.
Quanto ao nome originalmente dado –Chã do Moreno – acredita-se ter sido dado em razão de colonizador que lá se fixou que alguns dizem que seria descendente do Gregório da Costa Soares, que teria feito uma doação de terras para a construção da Capela de Bananeiras em 1763.
O documento da época diz que ele tinha idade avançada. Pode ser o mesmo que era chamado de Gregório Soares Moreno.
Na verdade, MORENO podia ser apenas uma alcunha, como era comum naquela época. Mas, nada encontrei a esse respeito, apesar de ser crível que seja o mesmo, já que Chã do Moreno era vizinha da Aldeia e também de Bananeiras. Provavelmente, eram terras dele, daí o nome. Mas, isso é apenas especulação.
O que não é especulação é o fato de que a mais antiga capela da região foi erigida na Aldeia de Santo Antônio da Boa Vista e o orago, como não poderia deixar de ser era Santo Antônio.
Essa capela também era chamada de Capela da Boa Vista foi utilizada até, pelo menos 1836, já que encontrei registro que apontava batizado em seu interior.
Mas, a partir de 1780, quando os sucurus foram transferidos para o litoral por ordem do Governador de Pernambuco os serviços religiosos diminuíram, somando-se a isso uma recém construída capela em local próximo (Nossa Senhora do Livramento em Bananeiras).
Uma outra capela foi construída por volta de 1866 devido ao crescimento populacional da povoação. Essa Capela foi construída no lugar onde foi edificada a Matriz de Santo Antônio.
Infelizmente, a autorização consta nos livros que estão localizados na Cúria de Recife dos quais não tive acesso.
Quanto a própria ocupação do território de Moreno, a mais antiga prova que encontrei (em 2011) foi o registro do batismo de Domingos, filho de Simplício do Nascimento e Lourença Alvares, moradores no MORENO, o qual foi batizado na Capela de Bananeiras, em 26/04/1785, pelo reverendo Antônio Feliz Barreto (conta no meu livro Genealogia Sertaneja, publicado em 2012).
Embora tenha dado ampla publicidade desse registro, até hoje, nenhuma outra pesquisa foi feita e a história do município de Solânea continua sendo contada de forma totalmente destoante da realidade.
Na verdade, não me importo muito com isso, já que minhas pesquisas se baseiam em documentos e sempre tive a preocupação de resgatar a história de meus ancestrais.
 Em relação a esses, posso dizer com segurança que desde o início de século XIX já estavam em Moreno (famílias Pinto, Lima, Borges e Souza).
Meu quinto avó Manoel José Pinto tinha terras na Aldeia e em Chã do Moreno.
Essas terras, por sucessivas heranças chegaram até a minha bisavó ALEXANDRINA DE SOUZA PINTO, que faleceu em Moreno em 1908, deixando casa e terra na Aldeia, conforme comprova o inventário dela.
Alexandrina era bisneta de MANOEL JOSÉ PINTO, filha de Emygdio José de Souza Pinto, que era comerciante em Solânea. Consta que além de fazer comércio com fumo, também plantava café e se dedicava a fabricação e venda de fogos de artificio (antigamente chamados de pirotécnicos). No inventário dele constam pés de café e cordas de fumo e, na Aldeia duas casas, uma de tijolos ( que era mais raro na época).
Residia em Moreno em 1890, quando registrou no cartório de Bananeiras sua filha Rita (12/10/1890).
Por outro lado, meu trisavô Pedro Paulino Borges também morava na Aldeia, pelo menos desde 1855.
Enfim, a ligação de minha família com Solânea é antiga.
A cada dia que passa encontro novos parentes. Muitos que residem lá descendem do mesmo tronco familiar que eu, mas desconhecem tanto a história local como de seus antepassados.
 Infelizmente, o livro de registros de terras de Bananeiras se perdeu e, até hoje, não consegui acesso aos registros cartorários que possam comprovar a da cadeia dominial das terras da antiga Moreno.
Nesses longos 16 anos de pesquisa não encontrei material suficiente  sobre o município, cuja história é riquíssima (sem falar nas inscrições rupestres ). Sempre aguardando novos interessados em pesquisas, trabalhos acadêmicos, etc.
A minha esperança persiste.