sábado, 29 de fevereiro de 2020

NÚMEROS DE ASCENDENTES

Gerações 

Primeira geração - Pai e Mãe - 2 indivíduos - Em genealogia genética vc herda cerca de 50 % de cada um.

Segunda geração - Avó paterno, avó paterna , avô materno e avó materna - 4 indivíduos. Vc herda cerca de 25 % de cada 

Terceira geração = Bisavós - 8 indivíduos. 4 casais 

Quarta geração - trisavós - 16 indivíduos - 8 casais 

Quinta geração = quarto avós ( tetravós) - 32 indivíduos - 16 casais.

Sexta geração  - quinto avós ( pentavós) - 64 indivíduos - 32 casais   

Sétima geração - Sextos avós (hexavós) - 128 indivíduos - 64 casais

Oitava geração - sétimos avós (Heptavós ) - 256 indivíduos - 128 casais

Nona geração - oitavos avós ( octavós) - 512 indivíduos - 256 casais

Décima geração - nonos avós (eneavós) - 1024 indivíduos - 512 casais

Décima Primeira geração - décimos avós - 2048 indivíduos - 1024 casais.

O número de indivíduos em cada geração é sempre multiplicado por 2.. Assim, em 20 gerações ( cerca de 500 anos)  o individuo teria  1.048.575  ancestrais.
Mas, se avançarmos muito no tempo haveria para cada pessoa um número imenso de ancestrais, ou seja , o resultado matemático frente ao número real de ascendentes de uma pessoa;.
Na verdade, toda pessoa tem na sua árvore genealógica endogamia, presente em alguns casos entre gerações próximas. 
Para corrigir esta distorção existe o IMPLEXO DE ASCENDÊNCIA, que considera o casamento entre as pessoas aparentadas (endogamia). 

domingo, 22 de setembro de 2019

JOSÉ BENTO DE LIMA

Minha família paterna é muito grande, daí ser quase impossível que venha algum dia a identificar todos os membros colaterais da minha árvore genealógica.
Casais ancestrais que tiveram 11, 14 ou 16 filhos e deixaram muitos descendentes. E, muito embora eu tenha norteado minhas pesquisas nos meus antepassados em linha reta, não posso deixar de registrar algumas linhas colaterais. 
Esse é o presente caso.
Trata-se dos descendentes de JOSÉ ANTONIO DE LIMA, nascido aproximadamente em   que foi casado com JOANA MARIA DA CONCEIÇÃO.  Dentre os filhos do casal JOSÉ BENTO DE LIMA, agricultor, que se casou, pelo menos duas vezes, sendo a primeira esposa IGNÁCIA MARIA DA CONCEIÇÃO e a segunda MARIA ANUNCIADA DE CARVALHO, filha de JOÃO RODRIGUES DE CARVALHO E de MARIA THEREZA DA ROCHA (da família Rocha de Bananeiras).


"Aos dezasseis de janeiro de mil oitocentos e setenta e cinco, nesta matriz as onze horas da manhã, observadas as celebrações canônicas, examinados na doutrina cristã, considerado tridentino uni em matrimônio os contraentes os parochianos JOSÉ BENTO DE LIMA e MARIA ANUNCIADA DE CARVALHO, elle viúvo que ficou por morte de Ignácia Maria da Conceição, ela filha legítima de João Rodrigues de Carvalho e da finada Maria Thereza da Rocha e lhes dei as bençãos nupciais, perante as testemunhas Miguel Rodrigues de Carvalho e João Francisco Pinheiro de Carvalho, digo, de Araújo e para constar fiz este registro"  

Registro de nascimento da filha Thereza em Bananeiras. Neste mesmo dia, o Comendador Felinto Florentino da Rocha e sua esposa foram testemunhas de outros nascimentos. Existindo indícios que MARIA ANUNCIADA era sua parente,  pelo lado materno através de sua mãe MARIA THEREZA DA ROCHA.

                    

"Aos trinta dias do mez de agosto do ano de mil oitocentos e noventa neste único distrito de paz do município de Bananeiras do Estado da Parahyba do Norte compareceu em meu cartório JOSÉ BENTO DE LIMA, agricultor, natural e residente no lugar da ALDEIA deste distrito de paz, filho legítimo de JOSÉ ANTONIO DE LIMA e JOANNA MARIA DA CONCEIÇÃO, já falecidos e, em presença das testemunhas abaixo nomeadas e designadas declarou que no dia vinte e cinco do dito mez e ano nasceu do seu legítimo matrimônio contraído no districto de Santa Cruz do Estado do Rio Grande do Norte com MARIA ANUNCIADA DE LIMA, filha legítima de MARIA THEREZA DA ROCHA E  JOÃO RODRIGUES DE CARVALHO uma criança do sexo feminino que foi batizada com o nome de THEREZA e foram padrinhos JOÃO MARQUES FERREIRA e Dona EMÍLIA SALUSTINA DAS NEVES, moradores desta cidade"

 São filhos conhecidos (até agora) de JOSÉ BENTO DE LIMA e MARIA ANUNCIADA  :
1) JOÃO
2) MARIA
3) ANTONIO
4) THEREZA

ANTONIO e outros filhos do casal se fixaram na ALDEIA (Solânea), local que foi a antiga ALDEIA DE SANTO ANTONIO DA BOA VISTA. Aldeamento dos índios Sucurus e Canindés do início do seculo XVIII. Onde existiu o antigo cemitério de Santa Thereza onde foram sepultados, por mais de 150 anos, os falecidos da antiga aldeia e primeiros moradores de Moreno (atual Solânea).
O nome do cemitério, como dito em outra postagem, foi uma homenagem a sua padroeira dos missionários religiosos que administravam a aldeia . Infelizmente, tal cemitério que poderia trazer material de muita pesquisa, inclusive de DNA ancestral, não existe mais.
Mas, a Aldeia ainda existe, apesar de se tratar de uma área rural de Solânea com poucos habitantes que nem de longe demonstra atualmente a opulência que viveu no passado.
Todos esses fatos sobre a Aldeia se fazem necessários de registro, vez que muitos dos meus ancestrais paternos  lá viveram (famílias Pinto, Borges, Oliveira e Souza). Todos aparentados por sucessivos casamentos, como é o caso de ANTONIO BENTO DE LIMA E MARIA ANUNCIADA, os quais também são meus parentes colaterais próximos, fato este devidamente comprovado geneticamente através de comparação dos resultados entre meu material genético e de descendente do casal.

Não encontrei ainda o casamento religioso deles, somente o civil , realizado em 11/10/1916, conforme demonstra a imagem abaixo.


"Aos onze dias do mez de outubro de mil novecentos e dezasseis as quatorze horas, nesta cidade de Bananeiras, Estado da Parahyba do Norte, em casa de residência do Doutor Juiz de Direito e de casamentos José Eugênio Neves de Melo, cuja casa tinha as portas abertas, perante o mesmo juiz, comigo oficial privativo do registro Civil de Casamentos e as testemunhas MANOEL SIMPLÍCIO DA SILVA PINTO , JOSÉ HERÁCLITO MENEZES PINTO, Isidro Placido Ramalho e José Leite Ramalho, receberam-se em matrimonio ANTONIO BENTO DE LIMA, filho legítimo de José Bento de Lima e de Dona Maria Anunciada de Lima, ambos falecidos, brazileiro, com trinta e dois anos, solteiro, agricultor, natural deste termo e residente no lugar "aldeia" também desse termo com Dona MARIA IDUINA DE OLIVEIRA, filha legítima de Idúino Olimpio de Oliveira e de Dona Joana Joaquina de Oliveira, brasileira, com trinta anos de idade, solteira, de serviço doméstico, natural de Santo Antonio, Estado do Rio Grande do Norte e residente no dito lugar Aldeia, os quais no mesmo pacto declaram que tinham antes do casamento os seguintes filhos: José, com quatro anos e onze meses,  Francisca, com três anos e seis meses de idade e João, com dois anos e quatro meses cujos seus três filhos ficavam legitimados pelo casamento que vinham de contrair. Declaram mais que não são parentes entre si, nem existe impedimento que os proibia de se casaram um com o outro e bem assim que se casavam pelo regime de comunhão de bens. Em firmeza do que eu Antonio da Silva Barbosa, official privativo do Registro de casamento lavrei esse termo, que vai assinado pelo juiz, pelas testemunhas Manoel Simplício da Silva Pinto e José Heraclito Menezes Pinto a rogo dos contraentes que não saberem ler nem escrever e pelas testemunhas do ato."
.
No registro podemos observar, além das filiações dos nubentes, que ANTONIO E MARIA ANUNCIADA moravam na Aldeia,  possuíam três filhos e as testemunhas foram MANOEL SIMPLÍCIO DA SILVA PINTO (nascido em 1871), filho de Antonio José Pinto e Joaquina Maria (neto de meu pentavô MANOEL JOSÉ PINTO) , e JOSÉ HERÁCLITO MENEZES PINTO (conhecido como Zezinho Pinto(, filho de João Teixeira da Silva Pinto e neto de Francisco Teixeira da Silva Pinto.
O fato das testemunhas do casamento civil terem sido da família PINTO não é mera coincidência . Na verdade, eram todos parentes e vizinhos entrelaçados com as famílias OLIVEIRA e LIMA .

O casal teve 11 filhos conhecidos : JOSÉ BENTO DE LIMA, FRANCISCO BENTO DE LIMA, JOÃO BENTO DE LIMA, PEDRO BENTO DE LIMA, JOAQUIM BENTO DE LIMA, GABRIEL BENTO DE LIMA, ANTONIO BENTO DE LIMA FILHO, OSCAR BENTO DE LIMA, TEREZA BENTO DE LIMA, MARIA IZABEL BENTO DE LIMA E RAFAEL BENTO DE LIMA.

ANTONIO faleceu em 1/09/1951, anos depois de MARIA IDUINA DE OLIVEIRA (1926). 

"Ao primeiro dia do mês de setembro de mil novecentos e cincoenta e um nesta cidade de Bananeiras, sede da comarca deste nome do Estado da Parahyba compareceu em meu cartório o senhor José Bento de Lima, casado, comerciante, natural deste município e residente nesta cidade a Praça Epitácio Pessoa e em presença das testemunhas abaixo nomeadas e assinadas declarou que ontem as quatorze horas e quinze minutos em domicilio próprio a rua coronel antonio pessoa nesta mesma cidade faleceu com assistência médica com consequência de diabetes seu pai de nome ANTONIO BENTO DE LIMA, de cor branca, do sexo masculino, casado, comerciante, natural deste município , com sessenta e sete anos de idade, residente que era nesta cidade, filho legítimo dos falecidos JOSÉ BENTO DE LIMA, natural que era deste estado e de Dona Maria anunciada de Lima, natural que era do estado do Rio grande do Norte, que o extinto deixou bens a inventariar , que o falecido não era eleitor registrado, que o falecido foi casado civilmente neste cartório com Dona Maria Iduina de Oliveira conhecida também por Maria Anunciada de Lima, de cujo consórcio deixa os seguintes filhos: JOSE BENTO DE LIMA, que é o declarante com trinta e nove anos de idade; FRANCISCO BENTO DE LIMA, com trinta e oito anos de idade;JOÃO BENTO DE LIMA, com trinta e sete anos de idade; PEDRO BENTO DE LIMA, com trinta e três anos de idade; JOAQUIM BENTO DE LIMA, com trinta e dois anos de idade; GABRIEL BENTO DE LIMA com trinta anos de idade; ANTONIO BENTO DE LIMA FILHO, com vinte e oito anos de idade; OSCAR BENTO DE LIMA, com vinte e sete anos de idade; TEREzA DE LIMA SOUZA, com vinte e seis anos de idade; MARIA IZABEL BENTO DE LIMA com vinte e quatro anos de idade e RAFAEL BENTO DE LIMA, com vinte anos de idade. Declarou, finalmente, que o sepultamento será feito no cemitério publico desta cidade."

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

AÇORIANOS NO BRASIL

fonte: internet  
OS AÇORES
Muitos brasileiros descendem, assim como eu, de açorianos. Mas, poucos conhecem a história de seus ancestrais.
Inicialmente, devo ressaltar que os AÇORES, chamado oficialmente de Região Autônoma dos Açores, são um arquipélago no meio do Oceano Atlântico, dotado de autonomia político administrativo ligado a Portugal.  
Da mesma forma que a Ilha da Madeira, o arquipélago dos Acores foi descoberto por conta das grandes navegações portuguesas e começou a ser povoado por volta de 1450.
As 9 ilhas (Terceira, São Miguel, São Jorge, Pico, Faial, Graciosa, Santa Marta, Corvo e Flores) atraíram muitos imigrantes. Sendo que parte desses seriam cristãos novos que foram obrigados a se converter devido as perseguições promovidas pela Inquisição da Igreja Católica, conhecida em Portugal como Tribunal do Santo Ofício e abrangia todos os territórios do Império Ultramarino português, incluindo obviamente Açores e Brasil.
A perseguição aos judeus em Portugal começou  por volta de 1458, se intensificando a partir de 1497.
Os emigrantes que iam para os Açores visavam ficarem livres das perseguições que ocorriam em Portugal continental. Contudo, nem sempre isso ocorria, pois muitos foram processados.
Um fato importante a ser considerado é que além do território açoriano ser limitado ocorreram muitas catástrofes como terremotos, secas e epidemias, embora tenha a população aumentado consideravelmente em pouco tempo, o que motivou a vinda de muitos açorianos para o Brasil.
A extensão territorial de nosso país, aliados a qualidade das terras e a inexistência de alguns fenômenos naturais como vulcões atraiam os açorianos, que chegaram aos montes entre 1541 e 1815). 
Segundo Gaspar Frutuoso a emigração mais significativa teria ocorrido na primeira metade do século XVII,  a partir de 1628 com a vinda de cerca de 500 casais de açorianos para o Brasil que teriam ido para o Rio e Maranhão.
O fluxo migratório continuou intenso nos seculos seguintes até o inicio do século XIX. Esses açorianos vieram com o objetivo de povoarem as regiões Sul e Norte do país, mas muitos se fixaram no Sudeste e também no Nordeste.
Na minha família, minha bisavó MARIA DAS MERCÊS BOTELHO DE MEDEIROS, nascida em São Miguel, só chegou aqui acompanhada dos pais e irmãos por volta de 1868, provavelmente atraídos por algum parente que chegara antes. Eles se fixaram no Vale do Paraíba e no sul de Minas Gerais.
Não pesquisei sobre os emigrantes de outras ilhas além daqueles que São de São Miguel, mas uma excelente fonte de pesquisa são os Fundos Paroquiais dos Acores que estão organizados por ilha, concelho e freguesia. De fácil consulta on line . Neles também será possível consultar   passaportes. 
Acrescente-se que quanto a genealogia da Ilha de São Miguel é obrigatória a consulta  da genealogia de Carlos Machado, Gaspar Frutuoso e Rodrigues Rodrigues.
Com tempo e paciência é possível encontrar registros de nossos ancestrais açorianos.   

domingo, 30 de junho de 2019

MORADORES EM SANTA CRUZ/RN (1860/1865)

GONÇALO FRANCISCO CAMPELLO
JOANNA MARIA DA CONCEIÇÃO

GONÇALO BARBOSA DE MOURA
JOAQUINA BARBOSA DE SOUZA

VICENTE FERREIRA DA COSTA
JOANNA THEREZA DE JESUS

MANOEL MOURA BARBOSA
RITA MARIA DA CONCEIÇÃO

JOSÉ MARIA DA SILVA BAIÃO
FRANCISCA MARIA GOMES
JOSÉ JOAQUIM DA ROCHA
FRANCISCA MARIA GOMES

JOSÉ JOAQUIM DA ROCHA
MARIA JOAQUINA DE BARROS

SEVERINO JOSE VIEIRA
ADELINA MARIA DA CONCEIÇÃO

JOÃO BAPTISTA DE ARAUJO
JOANNA MARIA DA CONCEIÇÃO

JOSÉ MORENO CASADO
ROSA MARIA DA CONCEIÇÃO

ANGELO CUSTODIO DO NASCIMENTO
MARIA MAGDALENA DE JESUS

MANOEL JUVENCIO SILVA
LEONARDA JANUARIA DA SOLEDADE

ALEXANDRE RODRIGUES DE CARVALHO
MARIA FAUSTINA ROSALINA BEZERRA 

sexta-feira, 31 de maio de 2019

ESCRAVOS NO RIO GRANDE DO NORTE 1888


CASAMENTOS 1886/1887 - SANTA CRUZ/RN

1886 - 1887

AVELINO JOSÉ DA PENHA
ANTONIA FLORA DA CONCEIÇÃO

ANTONIO CARLOS DE OLIVEIRA
LEOCADIA MARIA DA CONCEIÇÃO

FRANCISCO VICENTE DE MOURA
LILINA MARIA DA CONCEIÇÃO

MANOEL JERÔNIMO DE ARAÚJO
ANTONIA VICÊNCIA DE MOURA

ANDRE THOMAZ PEREIRA
ROSALINA MARIA DA CONCEIÇÃO

REGINADO GOMES DE ANDRADE
SECUNDINA MARACAJÁ BEZERRA CAVALCANTE

JOSÉ FELICIANO DA SILVA
ISABEL MARIA DA CONCEIÇÃO

SEBASTIÃO GOMES DE MORAES
JOSEFA MARIA DA CONCEIÇÃO

JOAQUIM JOSÉ DA SILVA
MIRANDA LIMA MARIA DO ESPÍRITO SANTO

FRANCISCO VALCACIO DA SILVA 
ANA MARIA DA CONCEIÇÃO

nICOLAO FRANCISCO DOS SANTOS
MARIA FLORINDA DOS SANTOS

ANTONIO JOSÉ DA ROCHA
ANTONIA FERREIRA DE LYRA

JOAQUIM CORDEIRO DO VALE
JOANNA MARIA DA CONCEIÇÃO

FRANCISCO IGNACIO DA SILVA
ELVIRA LEOPOLDINA DA SILVA

JOÃO FERREIRA DA COSTA
JOSEFA MARIA DA CONCEIÇÃO

TIBURCIO FRANCISCO DA CRUZ
ANACLETA MARIA DA CONCEIÇÃO

MANOEL JANUARIO BEZERRA
BENEDITA FRANCKLINA BEZERRA

JOSE VICENTE DA SILVA
MARIA FRANKLINA DO AMOR DIVINO

JOÃO GOMES DA SILVA
JOANA MARIA DA CONCEIÇÃO

JOSÉ BARBOSA DA PAZ
ABDOLINA MARIA DA CONCEIÇÃO

CAETANO PEREIRA DA SILVA
JOAQUINA DE OLIVEIRA

JOSÉ LUIZ DE MELO
VITALINA MARIA DO LIVRAMENTO

FRANCISCO PEREIRA DAS CHAGAS
MARCIANA MARIA DA CONCEIÇÃO

MANOEL VALCARCIO 
JOANNA BENTA MARIA DA CONCEIÇÃO

MANOEL SEVERINO DE OLIVEIRA
MARIA THEREZA DA CONCEIÇÃO

ALEXANDRINO JOSÉ DA COSTA
MARIA JOAQUINA DA CONCEIÇÃOA