domingo, 3 de dezembro de 2017

CRIAÇÃO DA PARÓQUIA DE SÃO TOMÉ (RN)

Criação da Paróquia de São Tomé/RN

Fazemos saber que de acordo com o prescrito pelo Código de Direito Canônico, com 216,416, 454,1451 a 1427,§§ 1° e 2°, levando em consideração as gravíssimas responsabilidades de nossa consciência na direção dos destinos espirituais do querido rebanho que juramos apascentar e defender, em pleno exercício de nossa jurisdição ordinária; havemos por bem desmembrar perpetuamente da paróquia de Santa Cruz, uma das mais habitadas desta diocese e erigir à categoria de paróquia amovível a Capela de Nossa Senhora da Conceição de São Tomé, cujo território será compreendido nos seguintes limites:
- Com a antiga paróquia de Santa Cruz, uma linha que partindo da Serra Verde ate Luzimadas, observando-se a divisão das águas e daí até a Serra dos Angicos, na estrada que se segue de Santa Cruz a Cotovelo, seguindo até a Lagoa do Mato, partindo dali até a Fazenda Santa Rosa de Lucero passando pelas fazendas Bom Descanso e Jacuri, de José da Silva que como a de Santa Rosa pertencerão à nova paróquia; a divisa contínua vai até encontrar os limites da paróquia de Macaiba abrangendo uma população calculada em nove mil almas.

Com todas as outras paróquias, os limites continuarão os mesmo que prevaleciam para a paróquia de Santa Cruz, da qual é esta desmembrada.

No intuito de fazer a conveniente sustentação do pároco e para o esplendor do culto divino os habitantes da referida paróquia contribuirão com os emolumentos e benesses fixados na tabela diocesana, podendo assim assegurar quam primam os inestimáveis benefícios de permanência de um pároco próprio para satisfazerem suas necessidades espirituais.
Mandamos, outrossim, a todos os fiéis, compreendidos no limites da nova paróquia,  agora erigida que reconheçam na pessoa do sacerdote por nós designados para dirigi-la, assim como seus sucessores canônicos, o que seu legítimo pároco.


O presente decreto de ereção será lido à estação da missa paroquial e registrado nos livros de tombo da nova paróquia assim como nos das paroquias limítrofes Santa Cruz, Currais Novos, Macaiba e São Gonçalo. Dado e passado nesta Episcopal Cidade de Natal em 2 de fevereiro de 1922. Antônio, Bispo de Natal. 

OS SUCURUS E OS CANINDÉS (ALDEIA DE SANTO ANTONIO DA BOA VISTA)

Por mais que sejam feitas pesquisas sobre a história indígena no nosso país ainda persistem muitas lacunas. O conhecimento que temos é muito pouco, já que a dificuldade em resgatar o passado é grande.
Até hoje não sabemos com exatidão qual era a população do Brasil na época do descobrimento, quantas etnias eram, quantas línguas falavam e quais suas origens. Por isso, não podemos dizer quantas dessas tribos eram tapuias e tampouco os lugares que habitavam nos “sertões”.

O certo é que eles foram os indígenas com o maior número de línguas e dialetos, já que os povos que habitavam o litoral falavam, em sua maioria, o tupi.

Os tapuias eram nômades e suas palhoças não passavam de abrigos cobertos de palha, o que dificulta muito as pesquisas sobre eles.
É preciso lembrar que no Brasil as diversas etnias indígenas tinham culturas diferentes. Algumas, por exemplo, não dormiam em redes e sim no chão, e, não cultivavam lavouras, daí ser difícil estabelecer um padrão indígena com tantas variáveis. Todavia, mesmo com tal dificuldade é fácil constatar que todos os indígenas viviam da caça e da pesca e eram coletores. Todos utilizavam a pintura corporal ao invés de roupas.
As características físicas dos diversos grupos se diferenciavam. O tom da cor da pele, o formato dos lábios e do nariz, a altura e outras eram diferentes. 
Os sucurus e os canindés tinham muita coisa em comum: dormiam em redes, faziam suas roças, usavam arcos e flechas, não comiam a carne de caça crua. Ademais, ambos eram treinados para serem guerreiros, fato que contribuiu muito para que fossem recrutados para servir à coroa portuguesa.

É sempre bom lembrar que os canindés têm esse nome justamente em homenagem ao rei Canindé, que era o principal da tribo janduí que liderou uma resistência bem grande a colonização portuguesa que findou com um tratado de paz em 1692. O rei Canindé foi batizado como João Tomas. Era filho de Jandui. Dai seus seguidores e descendentes ficarem conhecidos como canindés, da mesma forma que os seguidores do seu pai ficaram conhecidos como Janduis.  
Foi esse tratado que estabeleceu que os canindés colocassem à disposição do exército português cinco mil guerreiros indígenas para combater qualquer invasor estrangeiro no Brasil em caso de guerra.
Nesse mesmo tratado ficou estabelecido que os canindés fossem livres, desde que fornecessem parte de seus indivíduos para trabalharem nas fazendas de gado sem qualquer remuneração e, com o compromisso que não as atacassem.
É interessante esse tipo de “trabalho” que mais uma vez possuía características de trabalho escravo, mas que foi fundamental para o povoamento nordestino, já que muitas índias foram trabalhar nestas fazendas de gado e se tornaram as matriarcas de muitas famílias.   Essa história de “pegada a laço” (sic) não faz sentido quando sabemos que os próprios índios iam trabalhar nas fazendas de uma forma quase que voluntária após o acordo.
Após esse tratado de paz, os canindés, que viviam livres ao longo dos grandes rios, ficaram segregados em algumas aldeias, sempre disponíveis para trabalhar nas lavouras dos fazendeiros e, eventualmente, como soldados.
Uma dessas aldeias foi a de Santo Antônio da Boa Vista, que já tratei em outra postagem do blog, na qual viviam também os Sucurús (Xucurús).
Algumas pesquisas apontam que tanto os canindés e sucurús falavam, originalmente, o tarairú, que seria afiliada ao tronco macro-gê, os quais estariam agrupados em 22 grandes tribos na época. Outros dizem que os sucurús eram cariris, sendo que me filio a primeira corrente por conta da língua que falavam e os laços de amizade que os uniam.
Não se sabe ao certo quando os canindés e os sucurus foram reunidos na Aldeia de Santo Antônio da Boa Vista, sendo que tudo leva a acreditar que os sucurus já estavam nas redondezas desde antes da Guerra dos Bárbaros. E, depois, de 1698, passaram a defender as fronteiras para a coroa portuguesa.  . Nesse aspecto, é bom lembrar que os sucurús conseguiram sesmaria em 1718 no mesmo lugar em que estavam aldeados, sendo que posteriormente se juntaram a eles os canindés.
Mesmo aldeados e com a proteção da Igreja Católica, representada pelos missionários, os índios sempre eram vítimas de assassinatos.
Em 1744, o Conselho Português escreveu uma carta ao rei sobre a devassa que se instaurou na Paraíba pelos ferimentos causados aos índios do distrito de Bananeiras (que pertencia na época a Mamanguape). Essa devassa se referia a oito mortes e três feridos, fato que teria acontecido em 14/11/1739 na aldeia de índios que existia naquele distrito.
O conselho sugeriu ao rei que mandasse o ouvidor geral da capitania que fosse ao “sítio e aldeia das Bananeiras” tirar a segunda devassa das mortes, mandando prender os culpados para que os crimes não ficassem impunes por tantas mortes dos “miseráveis” índios entre “aquelas gentes que parecem nenhum escrúpulo fazem de os matar”.
Enfim, embora a história tenha que quase apagado os rastros da aldeia de Santo Antônio da Boa Vista, não se pode negar a sua importância com a criação de muitos agrupamentos humanos nas suas redondezas, que foram embriões das futuras cidades de Bananeiras e Solânea (antiga Moreno).

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

FATOS CURIOSOS DE SOLÂNEA (SÉCULO XX)

No último dia 26 de novembro o município de comemorou o seu aniversário. Tornou-se independente de Bananeiras em 1953.
Solânea é uma das cidades que desperta meu interesse, pois alguns dos meus ancestrais nasceram lá e, outros, passaram toda a vida no local.
Embora minhas pesquisas históricas não abrangem fatos ocorridos no século XX, vou abrir uma exceção para deixar registrado fatos curiosos que fazem parte da história de Solânea e que foram esquecidos, mas merecem ser relembrados.
O primeiro, e mais triste, é da terrível explosão de 50 quilos de dinamite que estava estocada em um paiol.
O fato aconteceu em novembro de 1952 quando da construção da estrada de ferro em Solânea.
Cerca de 20 crianças e adolescentes, todos menores de idade entre 11 e 18 anos, ficaram gravemente feridas com queimaduras de primeiro, segundo e terceiros graus.
As vítimas eram todas moradoras na vizinhança, sendo que 3 acabaram por falecer e, as outras ficaram para o resto da vida marcado com as cicatrizes em seus corpos.

O segundo fato curioso foi da promessa da campanha eleitoral do Sr Waldemar da Nóbrega: nem ele, nem o vice-prefeito e muito menos os vereadores iriam receber vencimentos se eleitos fossem.  Ele acabou sendo eleito e foi prefeito em Solânea em 1958. Pelo que consta, nunca deixou de receber seus vencimentos.

Por fim, na década de 50, quando Solânea mal atingia 2400 habitantes, José Geraldo de Lira, que era protético na cidade, resolveu dar de presente para o seu filho Valter, de apenas 1 anos e 6 meses, um filhote de onça parda.
A criança e o filhote conviveram bem durante um tempo, sendo que o fato até chegou ao conhecimento da revista O Cruzeiro, de grande circulação na época, como sendo a criança o “verdadeiro amigo da onça”.


PS – todos esses fatos foram objeto de matérias jornalísticas e encontram-se devidamente documentados nos jornais da época.


IMAGEM extraída da Enciclopédia dos Municípios Brasileiros IBGE - pag 610 (1957/1964)

sábado, 18 de novembro de 2017

CEMITÉRIO DE SANTA TEREZA DA ALDEIA DE SANTO ANTONIO DA BOA VISTA

CEMITÉRIO DE SANTA THEREZA EM MORENO (ATUAL SOLÂNEA/PB)  
Em outros posts do blog escrevi sobre a antiga aldeia de Santo Antônio da Boa Vista, que ficava localizada onde hoje é chamada simplesmente de Aldeia, região rural de Solânea/PB, local com muitas nascentes de água e que tinha uma abundante mata atlântica (atualmente chamada Bica do Izo).
Na aldeia os missionários eram de carmelitas descalços. Como Santa Tereza d’Ávila foi a reformadora da ordem carmelita, ela inspirava esses missionários que em sua homenagem deram nome ao cemitério local – Cemitério de Santa Tereza.
Neste antigo cemitério, longe do centro da aldeia, eram enterrados não só os índios catequisados, como alguns colonizadores que viviam nas imediações.
É importante ressaltar que naquela época, quatro primeiras décadas do século XVIII – entre 1700 e 1740, ainda não existia o agrupamento populacional chamada MORENO, mas tão somente a aldeia.
Uma vez dissolvida a aldeia, com o remanejamento dos índios para a Baia da Traição, toda a extensão de terra foi sendo ocupada por diversas famílias que continuaram enterrando seus mortos no antigo cemitério.
A localização exata é difícil de dizer, sendo certo que ficava em Chã de Santa Tereza, local que fazia parte da Aldeia de Santo Antônio, e era assim chamada justamente por conta do cemitério.
Esse antigo cemitério foi desativado no final do século XIX, quando foi inaugurado o cemitério de Santo Antônio em Moreno (atual Solânea) e quase ninguém sabe de sua existência.
Não encontrei registro que os ossos tenham sido trasladados para outro lugar, o que significa que é possível ainda encontrar alguns que estão sob a terra.
O registro mais novo que encontrei de sepultamento foi de 1869, conforme comprova a imagem abaixo, de Francisca Maria da Conceição moradora na Canafístula..




Após publicar o post,  descobri nos meus arquivos um que comprova que até 1931 o cemitério de Santa Tereza era utilizado para sepultamentos. 


MANOEL DA COSTA FARRAPO ( 1626/ 1687)- O PRIMEIRO DO NOME E SEUS DESCENDENTES

MANOEL DA COSTA FARRAPO(I)  o primeiro do nome, se casou em 13/02/1651 com ISABEL FERNANDES.
Consta no registro de casamento que ele era filho de PEDRO DA COSTA NAITERO e de ISABEL GONÇALVES, antigos moradores de São Roque, que se  casaram em 13/09/1625
Pedro, segundo Rodrigues Rodrigues, em seu livro Genealogias de Santa Marta de São Miguel, capítulo 315, de PEDRO GONÇALVES FARRAPO e de MARIA LUIZ (casados por volta de 1600).
.registro casamento Manoel da Costa Farrapo e Isabel Fernandes


O primeiro filho do casal , MANOEL DA COSTA FARRAPO  (II), foi batizado no dia primeiro de janeiro de 1652 na igreja de São Roque do Rosto do Cão em Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, nos Açores, Portugal.



Ele se casou em 3/6/1674 com ANNA DE SOUZA
 registro casamento de Manoel da Costa  (Farrapo) e Anna de Souza


Dentre os filhos do casal estão DOMINGOS DA COSTA FARRAPO e MANOEL DA COSTA FARRAPO (III)
Domingos, de quem descendo, se casou em 2/7/1704 com ANNA DE (SANTIAGO) SOUZA filha de Thomé Jorge e Isabel de Souza (vide outra postagem do blog)
registro casamento DOMINGOS E ANNA


MANOEL DA COSTA FARRAPO (III) se casou em 15/08/1703 com BÁRBARA DE AGUIAR, conforme demonstra o registro abaixo 


O filho do casal BARTOLOMEU DE SOUZA  se casou, em 19/06/1740, com ISABEL MUNIZ, viúva de João de Gouveia, que foi sepultado no Hospital Real de Lisboa.



O filho do casal MANOEL DA COSTA FARRAPO (IV) nasceu em 10/11/1746. Este imigrou para o Brasil.   

registro MANOEL filho de Bartolomeu e Isabel Moniz

No Brasil, MANOEL DA COSTA FARRAPO (IV) se casou em Sobral no Ceará com ANTONIA MARIA DE JESUS, em 18/11/1773.

 continuação

Existe informação de que ele teria se casado mais de uma vez (*).

No Brasil, são muitos os descendentes dos dois irmãos DOMINGOS E MANOEL (III).

Em uma pesquisa rápida na internet li alguns artigos que diziam ser ISABEL MONIZ ou MUNIZ, mãe  de MANOEL (IV) ser filha de cristãos novos (Manoel ALVARES PINHEIRO e ISABEL GONÇALVES), daí a ascendência judaica da família. 
Como não descendo desse ramo não me interessei em pesquisar o assunto. Ademais, apesar dos Açores ter acolhido muitos judeus e cristãos novos,não me parece que era esse o caso, já que judeu  ou cristão novo não se casava aos sábados o que contraria alguns registros de casamento nesse dia da semana .
De qualquer forma, se teve algum cristão novo isso ocorreu por volta de 1550/1600 .... Faz muito tempo e já se passaram muitas gerações, o que para mim é algo de muito pouca significância.
     

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

FRANCISCO FEYO - PONTA DELGADA 1584/1634

Francisco Feyo, nascido aproximadamente em 1584,  faleceu no dia 12/06/1634 em Rosto do Cão, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, com 50 anos de idade, conforme comprova o registro abaixo da Igreja de São Roque do Rosto do Cão.
  A descendência dele foi tratada por Rodrigo Rodrigues em  "Genealogias de São Miguel e Santa Maria", no capítulo 273, onde aparece como FRANCISCO FEIJÓ e não FEYO.



Ele foi casado com Maria Jorge, que faleceu em 1647.
O filho do casal, ROQUE FEYO,  se casou com MARIA REBELO (filha de Braz Machado e Maria Benevides) em 14 de fevereiro de 1643.  
registro de casamento de Roque Feyo e Maria Rebelo

São conhecidos os seguintes filhos do casal ROQUE FEYO E MARIA REBELO: Manoel Rebelo Feio, Luzia de Benevides, Maria Rebelo e Thomé Jorge.

THOMÉ JORGE se casou com ISABEL DE SOUZA, no dia 25/11/1676 em São Roque do Rosto de Cão, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel . Isabel era filha de Manoel Correia de Souza e Isabel Alves.
Casamento de Thomé Jorge com Isabel de Souza


Dentre os filhos do casal está ANNA DE SOUZA, que se casou, em 2/07/1704, com DOMINGOS DA COSTA (FARRAPO) 

Casamento de Domingos da Costa Farrapo com Anna de Souza 



 Domingos e Anna tiveram fários filhos dentre os quais  MARIA DE SÃO MIGUEL, que se casou em 27/06/1744 com MANOEL BOTELHO

Dentre os filhos do casal está FELISBERTO, nascido em 10/10/1749.

FELISBERTO passa a assinar FELISBERTO DE MELLO e se casa em  12/05/1768 com ESCOLÁSTICA THEREZA DE JESUS, nascida em 7/10/1750 em São Roque, filha de Manoel Botelho Maiato (Mayato) e Maria Furtado. 
Um dos filhos do casal Felisberto e Escolástica  é CAMILLO JOSÉ BOTELHO, nascido em 18/03/1777.

CAMILO se casa com ANNA FELÍCIA, filha de José Martins Fontes e Antonia do Espirito Santo, por volta de 1800, sendo que um dos filhos do casal FELISBERTO BOTELHO se casa ANA JOAQUINA em 22/11/1832.

FELISBERTO E ANA JOAQUINA são os pais de JACINTHA CANDIDA BOTELHO, nascida em 26/07/1838, que se casou em 19/07/1852 com Joaquim Antonio de Medeiros.

A filha MARIA DAS MERCÊS BOTELHO DE MEDEIROS, nasceu em 21/09/1856. Imigrou para o Brasil onde se casou com o português MANOEL PEREIRA GOMES em Três Rios/RJ no dia 6/11/1871., 



O casal teve onze filhos: ANTONIO (25/09/1874), HENRIQUE (16/05/1878), JOSÉ (6/03/1880), MANOEL (11/02/1882), ELVIRA (20/10/1883), JOÃO ( 24/06/1885), JERÔNIMO (?), MARIA DAS MERCÊS, ALVARO, JOSINO e MERCEDES (falecida aos cinco anos de idade em 1897.

ELVIRA PEREIRA GOMES, uma das filhas, é minha avó materna;


terça-feira, 31 de outubro de 2017

DOMINGOS DE PAIVA (1639 a 1699) Ribeira Grande - Ilha de São Miguel - Açores


DOMINGOS DE PAIVA, um dos meus sétimos avôs, nasceu em Santa Bárbara que é uma freguesia da Ribeira Grande da Ilha de São Miguel, Açores.
Foi batizado, no dia 5 de março de 1639, na igreja de São Pedro da Ribeira Grande. 
Filho de João de Paiva Teixeira e Bárbara Rebelo.
Neto paterno de Gaspar de Paiva e Ana Afonso (falecida em 1623)
Neto materno de Gaspar Rebelo e Isabel Lopes.

Domingos de Paiva viveu toda sua vida na Ribeira Grande  onde casou-se com Isabel Lopes. O casal teve vários filhos entre os quais  DOMINGOS (AFFONSO) DE PAIVA.
Faleceu no dia 6 de fevereiro de 1699 aos 59 anos e foi enterrado em Santa Barbara.