domingo, 10 de janeiro de 2016

ELEITORES DE SOLÂNEA/PB (1927)

ELEITORES DE SOLÂNEA/PB  (1927)


ACCACIO FLORENTINO DA COSTA
ADALTO SILVA
ALFREDO BANDEIRA DA COSTA
ALFREDO RIBEIRO DA CUNHA
ALVARO HENRIQUE DA SILVA
AMNOEL RANGEL DE FARIAS
ANÍSIO ERNESTO MONTEIRO
ANÍSIO FELIX PEREIRA DE SOUZA
ANÍSIO PEREIRA DE CARVALHO
ANTONIO DA COSTA MARANHÃO
ANTONIO ERNESTO MONTEIRO
ANTONIO JERONYMO DE OLIVEIRA
ANTONIO JUSTINO DE ARAÚJO
ANTONIO MOREIRA DA SILVA
ANTONIO TANCREDO DE CARLHO
ANTONIO TAVARES DE ARAÚJO LIMA
ANTONIO VICENTE XAVIER
APRIGIO XAVIER TAVARES DE OLIVEIRA
APRÍGIO ANTONIO DE OLIVEIRA
ARGEMIRO MENDES DE ANDRADE
ARTHUR THEODORO DO NASCIMENTO
AUGUSTO DA COSTA PALMA
BALDOMIRO ERNESTO MONTEIRO
BELISIO VALERIANO PESSOA
BENEDITO GERIZ DE OLIVEIRA
BENJAMIM DA SILVA JARDIM
BERNARDINO FERREIRA DE ARAÚJO
CAMILLO MOREIRA DOS SANTOS
CASIMIRO AMANCIO DA COSTA
CECÍLIO BAPTISTA DE ARAÚJO
CÍCERO CORDEIRO RAMOS
CIRILO DA COSTA MARANHÃO
COSME DA COSTA PALMA
DIOGO JOSÉ DE OLIVEIRA
DIONÍZIO RODRIGUES DA COSTA
EUCLIDES AMÉRICO DA SILVA PINTO
FRANCISCO DE ASSIS DE ALBUQUERQUE PINTO
FRANCISCO DIONYSO DUARTE DOS SANTOS
FRANCISCO FLORENTINO DE MEDEIROS
FRANCISCO MÁXIMO DE ARAÚJO
FRANCISCO RODRIGUES DA COSTA
FRANCISCO TANCREDO DE CARVALHO
FRANCISCO TEXEIRA DA SILVA PINTO
HERCULANO BARBOSA DOS SANTOS
HERMÍNIO MOREIRA DOS SANTOS
JOAO RAYMUNDO RIBEIRO LIMA
JOAÕ ANTONIO GAMA
JOÃO EZEQUIEL DA FONSECA
JOÃO FIRMINO MIRANDA PONTES
JOÃO HENRIQUE BARBOSA
JOÃO LALY DA SILVA PINTO
JOÃO LOPES DOS SANTOS
JOÃO MAGNO FERREIRA SOBRINHO
JOÃO MARQUES PEDROSA
JOÃO PEREIRA ALVES
JOÃO SALUSTIANO DE OLIVEIRA
JOAQUIM ANTONIO GOMES
JOAQUIM DA COSTA PALMA
JOAQUIM EMYGDIO MARQUES DE ARAUJO
JOAQUIM FERANDES DE ARAÚJO
JOAQUIM FERREIRA DA SILVA
JOAQUIM FRANCISCO ALVES
JOAQUIM JOSÉ DE MEDEIROS
JOAQUIM MENDONÇA DA COSTA
JOSÉ ALIPIO DA ROCHA
JOSÉ ANTONIO DA COSTA
JOSÉ CAMELLO DE MELO
JOSÉ CANDIDO DE SOUZA LIMA
JOSÉ FERNANDES DE SANTANA
JOSÉ HENRIQUE BARBOSA
JOSÉ INOCENCIO ROSA
JOSÉ LICARION ALBUQUERQUE PINTO
JOSÉ MARTINIANO DE ARAÚJO
JOSÉ MASCENA FILHO
JOSÉ PESSOA DA COSTA
JOSÉ RAMALHO DA SILVA
JOSÉ RODRIGUES DA COSTA
JOSÉ TANCREDO DE CARVALHO
JOSÉ TAVARES DE ARAÚJO LIMA
JOSÉ THEODOSIO DE OLIVEIRA
JOSINO BAPTSTA SANTOS
JOSUÉ SEVERINO SOARES
JULIO JUVINO DE SOUZA
LEONCIO COSTA
LINDOLPHO BEZERRA CAVALCANTI
LOURENÇO PEIXOTO DE ARAUJO
LUIS ANTONIO BEZERRA
LUIZ FERREIRA DE LIMA
LUIZ GONZAGA DE MENDONÇA
LUIZ MARTINS DOS SANTOS
MANOEL DA COSTA PALMA
MANOEL FERNANDES DE OLIVEIRA
MANOEL GRACINO DOS SANTOS
MANOEL HILÁRIO DA COSTA PINTO
MANOEL SIMPLICIO DA SILVA PINTO
MANOEL SOARES DA CAMARA
MANOEL SOARES DE MELLO
MAXIMIANO SEVERINO RAMOS
ODORICO PEREIRA LIMA
OLEGARIO AGAPITO DA COSTA
PEDRO AMÉRICO DA SILVA PINTO
PEDRO PEREIRA DO NASCIMENTO
PIO CAVALCANTE DE MELLO
RODOLFO PONTES SILVA
SALVIANO ALVES LIMEIRA
SANTINO BAPTISTA DE ARAÚJO
SEVERINO CAMELO DE MORAIS
SEVERINO RAMOS DE AZEVEDO
WALFEDO RANGEL DE FARIA
WALFREDO DE OLIVEIRA ARAUJO

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

PROFESSOR DE MORENO (SOLÂNEA/PB) - 1875


No Brasil, a partir da segunda metade do século XIX, iniciou-se um processo de escolarização em massa com a criação se inúmeras escolas públicas em núcleos urbanos.
Naquela época o ensino primário era ministrado em quatro anos.
Os professores públicos eram nomeados e recebiam seus vencimentos dos cofres públicos.
A profissão era valorizada pela sociedade, onde a maioria era de analfabetos mesmo nas famílias mais abastadas.
Saber ler e escrever era um diferencial que sempre rendia alguns frutos.
Das antigas aldeias jesuíticas, onde os aldeados não só aprendiam a fiar, tecer e coser, mas, sobretudo, estudavam  e eram alfabetizados as escolas públicas introduzidas visavam apenas a alfabetização e não aprendizado de um ofício.
Bananeiras e Areia contavam com suas escolas.
Como não poderia deixar de ser, em 1875, em Moreno, atual Solânea (PB), o professor público FRANKLIN AMÉRICO BEZERRA CAVALCANTI, de espírito inovador para a época, inaugurou  uma "aula noturna" conforme notícia publicada no Jornal do Recife - edição 120 de 1875.
Ele não foi o primeiro professor de Moreno, mas, sem dúvida, com o curso noturno gratuito inovou para a época. 




domingo, 3 de janeiro de 2016

MANOEL JOZÉ (JOSÉ) PINTO

Traçar um perfil de um ancestral não é fácil quando já se passaram mais de 150 anos de sua morte. Mas, através das pesquisas, pouco a pouco, é possível obter informações seguras da sua biografia.
No caso do patriarca da família PINTO de Bananeiras/PB, MANOEL JOZÉ PINTO, isso só foi possível graças às informações contidas nos livros paroquiais e de alguns documentos obtidos.
Infelizmente, não consegui obter a confirmação de sua filiação, embora tenha a certeza de que seus pais foram MANOEL JOZÉ PINTO e MARIA DE OLIVEIRA.
Deste casal tenho informações, através do registro de batismo de seus filhos JOZÉ e RITA, que MANOEL JOZÉ PINTO era natural do Bispado do Porto (Portugal) e MARIA DE OLIVEIRA natural da freguesia de Mamanguape, que naquela época englobava Areia, Mulungú, Bananeiras, Alagoa Grande, Araruna e outras cidades paraibanas.

Jozé, filho do casal foi batizado em Mulungu/PB e Rita em Alagoa Grande em 1785 .

Em pesquisas, no ARQUIVO DISTRITAL DO PORTO, no período de 1750/1765 (período provável do nascimento deste MANOEL JOZÉ PINTO) encontrei 8 batismos que ostentam o nome MANOEL e sobrenome PINTO. Contudo, na falta do nome da freguesia fica difícil identificar qual deles seria.
Mas, um dos registros me chamou a atenção, pois consta como pai, outro MANOEL JOZÉ PINTO e como mãe ANNA TEIXEIRA. 
O sobrenome TEIXEIRA em Bananeiras aparece sempre ligado à família PINTO, seja através de JOAQUIM JOSÉ TEIXEIRA, MANOEL JORGE TEIXEIRA ou JOAQUIM ALVES TEIXEIRA, estes últimos foram genros do patriarca MANOEL JOZÉ PINTO.
Resta pesquisar mais para confirmar a ligação existente entre este e aquele MANOEL JOZÉ PINTO.

Quanto ao meu quinto-avô MANOEL JOZÉ (JOSÈ) PINTO não consta do registro de óbito e nem em seu inventário quantos anos teria na época de sua morte, mas, considerando a data de nascimento de seus filhos mais velhos (MARIA FRANCISCA e JOAQUIM JOSÉ PINTO), teria nascido por volta de 1797. Portanto, teria falecido aos 68 anos de idade.

Seu inventário foi aberto em setembro do mesmo ano (1865), pela sua viúva JOSEPHA MARIA DA CONCEIÇÃO, constando como herdeiros, além da viúva, 14 filhos, o que significa que 1865, 6 dos seus 19 filhos  já não eram vivos.
Ressalto que o número de filhos pode ser bem maior, pois só consta do inventário os filhos que eram VIVOS na época do falecimento do inventariado (MANOEL).
Assim, JOAQUINA, VIRGÍNIO, FRANCISCO,  JOSÉ (que aparece como JOSÉ DA SILVA PINTO), ISABEL   não aparecem no inventário.
Pode ser que MANOEL e ANNA JOAQUINAS tiveram outros filhos, que não sobreviveram, uma vez que é grande o intervalo de tempo entre o nascimento de JOAQUIM e MANOEL (12 anos). Mas, como os livros paroquiais  de Mamanguape (freguesia que pertencia Bananeiras na época) estão em péssimo estado não localizei nenhum registro.

 Ele faleceu no dia 13 de abril de 1865, em Bananeiras/PB, onde foi enterrado.

Pela ordem que consta no inventário, os filhos eram:
1) MARIA FRANCISCA DA CONCEIÇÃO, casada com JOÃO GOMES DOS SANTOS. 
2) JOAQUIM JOSÉ PINTO ( meus quarto-avô) casado com INÁCIA FRANCISCA DE JESUS. 44 anos.
3)  MANOEL JOSÉ PINTO, 32 anos, casado com ANTONIA MARIA DA CONCEIÇÃO.
4) ANTONIO JOSÉ PINTO, na época solteiro e com 28 anos . Casou-se com JOAQUINA MARIA DE LIMA CAVALCANTI em 1870.
5) JOSÉ PINTO DE SOUZA, na época solteiro e com 24 anos.  Não entendo o motivo, mas posteriormente passa a assinar JOSÉ PINTO DA SILVA . Casou-se com JOANA EULANA DO NASCIMENTO.
6) JOÃO SIMPLÍCIO PINTO, na época solteiro de 22 anos. Passou a assina JOÃO SIMPLÍCIO DA SILVA PINTO, casou-se com LUDOVINA MARIA DA CONCEIÇÃO. 
7) ANTONIA MARIA DA CONCEIÇÃO, 20 anos, casada com MANOEL JORGE TEIXEIRA.
8) IGNÁCIO JOÃO PINTO, solteiro, 18 anos . Casou com ALEXANDRINA. Filhos conhecidos FRANCISCO DA SILVA e  JOÃO IGNÁCIO DA SILVA. 
9) MARIA FRANCISCA DA CONCEIÇÃO, 17 anos, casada com FRANCISCO SEVERINO DE OLIVEIRA. Filho MANOEL, nascido em 12/11/1864. CLAUDINO JOSÉ DE SOUZA ( 1871) casado em 14/02/1889 com Felismina Maria da Conceição. 
10) CATHARINA MARIA DE JESUS, 12 anos. Desconhecia a existência desta filha.
11) BERNARDINA, 8 anos. Casou-se com JOAQUIM ALVES TEIXEIRA (fato que só descobri recentemente).    
12) JOANNA, 5 anos.
13) MANOEL, 4 anos
14) ANNA, 3 anos. Há indícios que assumiu o nome de ANNA DE SOUZA PINTO e deixou descendentes em AREIA/PB. 

No inventário consta que MANOEL JOZÉ PINTO era possuidor, em 1865, de um sítio de terras de 43.500 metros quadrados (60 braças de fundo por 150 de testado) na CHAN de Bananeiras onde tinha 400 pés de café. No mesmo local casas  para produção de farinha.

Cabe ressaltar, que a palavra CHAN antigamente era utilizada para denominar um lugar plano. Mas, quanto a esta CHAN não consegui localizar nos mapas antigos. Atualmente, existe a CHÃ DO LINDOLFO,  povoado rural de Bananeiras/PB, local próximo ao Bacupari, o que me faz pensar que a CHAN indicada no inventário é mesmo a CHÃ DO LINDOLFO.

 MANOEL JOZÉ PINTO desfez de seus bens ao longo da vida, deixando para os filhos e filhas casadas, estas através de dote, as terras que possuía no Bacopari e no Buraco.

Naquela época, a expectativa de vida não passava de 40 anos. Então, MANOEL ao falecer por volta dos 68 anos era considerado uma pessoa muito velha, embora tenha sido pai com mais de 60 anos.

Registro do sepultamento de MANOEL JOSÉ PINTO em 14 de abril de 1865.
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

LOCALIDADES DE BANANEIRAS/PB EM 1840

No COVÃO, estavam as família SANTOS, GUIMARÃES e MACEDO.
No BURACO, as famílias SANTOS, SOUZA, PINTO e GOMES DE OLIVEIRA
No OLHO DÁGUA SECO a família COSTA
Nas LAJES, as famílias ALVES, SOUZA, CORREA e SILVA
No BACUPARY as famílias PINTO, QUEIROZ e FREIRE DE AMORIM
Nos TANQUES a família OLIVEIRA.
No FARIAS as famílias FARIAS e ROCHA.
No MOLUNGA as famílias LIMA e COUTO

Outros agrupamentos rurais com moradores da mesma família eram: Cocos, Salgado, Alagoinha, Bom Sucesso, Gamelas, Bom retiro, Mijona, Roma, Alagoa do Mathias (reduto da família NUNES), Pao D'arco e Genipapo. 

BATISMO DE ÍNDIOS EM BANANEIRAS/PB

Nos antigos registros paroquiais de Bananeiras/PB é fácil encontrar batismos de "índios".
Todos com nomes e sobrenomes portugueses. 
Para entender como isso foi possível é bom lembrar que os povos indígenas que viviam no território brasileiro não dominavam a escrita. Foram "batizados" por escrito por "brancos", embora a grande maioria não entendesse o português  .
Prenomes e sobrenomes eram "inventados", ou simplesmente dados em homenagem a alguém.
Assim, é impossível traçar a árvore genealógica de uma família, pois não há qualquer menção de qual etnia pertenciam ou, pelo menos, do nome indígena que utilizavam.
Apagavam toda a memória ancestral com o batismo, fazendo surgir um "novo ser", sem história, sem família e sem ligação com o contexto histórico em que viveu.  
Embora grande parte dos nordestinos tenham um ancestral nestas condições, é fácil encontrar genealogias de famílias onde tal membro "magicamente" se transforma em "português" e, pior, com uma excepcional árvore genealógica lusitana que remonta, algumas vezes, a época das cruzadas.
Uma "mágica" utilizada para encobrir o verdadeiro preconceito sobre a origem. 
Muitas das vezes, quando não há como proceder de tal forma já que evidente a orgiem, encontramos a tal história da "índia brava pegada a laço" pelo colonizador português, contada até com certo orgulho por alguns, quando na verdade esconde uma triste verdade: o estupro das mulheres de diversas etnias indígenas pelo "branco"..
Crimes cometidos no passado que se transformaram em orgulho familiar de muitos.

Mas, ultrapassadas tais considerações, é fato que em Bananeiras, durante todo o final do século XVIII e a primeira metade do século XIX podemos encontrar nos registros paroquiais muitos exemplos de como a população indígena foi "branqueada" através do batismo.
Em 25 de julho de 1811, Francisco Correia e sua mulher Anna Maria, índios da Villa de San José (Vila de São José do Rio Grande do Norte) foram batizados em Bananeiras/PB. O padrinho foi o Capitão Antonio José da Assumpção e Francisca Maria, conforme comprova a imagem abaixo. 

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Em 16 de abril de 1838, foi batizado JOAQUIM, filho de Manoel Nunes (preto) e Anna Joaquina (índia), no sítio Bacopari . Padrinhos JOAQUIM JOSÉ TEIXEIRA (vide postagem no blog) e Ignácia Maria (futura mulher de JOAQUIM JOSÉ PINTO).
Posteriormente, MANOEL NUNES passa a assinar MANOEL JOAQUIM NUNES. Por sua vez, ANA JOAQUINA se transforma em ANNA PEREIRA,e os muitos filhos do casal, já são batizados simplesmente  como "pardos"


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Em 6 de janeiro de 1838, foi batizado MANOEL, filho de Luiz Antonio do Nascimento e Maria da Conceição, índios. 
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domingo, 13 de dezembro de 2015

ANTIGAS FAMÍLIAS DE SANTA CRUZ/RN


8/8/1859 - Casamento de Luiz Gomes de Oliveira, filho de Aires Gomes de Oliveira e Joana Maria e Jovina Maria da Conceição, filha natural de Genoveva Maria da Conceição.
Testemunhas: Vicente Manoel Nunes e José Freire do Amorim.

31/10/1859 = Casamento de Francisco Herculano de Oliveira, viúvo de Catharina Clementina de Lima, morador em Araruna e Maria Joaquina do Nascimento, filha de Onofre Barbosa de Lima e Maria Joaquina do Nascimento.
Testemunhas:  Antonio Ferreira da Costa Lima e Lazaro José de Melo Barros.
 

7/1/1861 - Casamento de Pedro Pereira de Brito, filho de José Manoel Pedreira e Felippa Freire de Amorim, e Maria Thereza Faria, filha de Felippe Pereira Bezerra e Victoria Conceição.
Testemunhas: Manoel Justino de Oliveira Galvão e Maria. 


 29/11/1861- Casamento de Delfino Gomes da Silva, filho de Antonio Gomes da Silva e Joaquina Francisca da Conceição e Antonia Francisca da Conceição , filha natural de Maria Ludvina da Conceição (natural de Brejo d'Areia).
Testemunhas: Alfredo Borges de Oliveira e Luiza Freire de Amorim. 



25/11/1866 - Casamento de José Joaquim de Araújo,  filho de Joaquim Manoel do Nascimento e Francisca Antonia da Conceição e Silvina Maria da Conceição (Natural de Cuité), filha de Joaquim Paz Bezerra e Francisca Maria da Conceição.
Testemunhas: Estevão Ernesto da Costa e Alvarenga e Pedro Paz Bezerra.
Casamento realizado em Mellões (atual Coronel Ezequiel)

 1/3/1867 - Casamento de João da Cruz Bezerra (natural de Bananeiras), filho de Ignacio Bezerra de Menezes e Maria da Conceição, e Maria Secundina Bezerra, filha de Severino dos Santos Bezerra e Maria Bezerra Cavalcante .
Testemunhas: Antonio Justino de Souza (vide família Pinto) e Antonio Bento da Rocha 








 8/2/1867 - Casamento de André Avelino Bezerra, filho de Vicente Francisco da Costa e Thereza de Jesus, com Izabel Alexandrina Bezerra Cavalcanti, filha de Severino dos Santos Bizerra e Maria Bizerra Cavalcanti.
Testemunhas: Antonio Justino de Souza (vide post família Pinto) e José Joaquim de Souza Bizerra.

9/2/1867 - Casamento de José Francisco de Farias, filho de Francisco de Farias da Costa e Anna Joaquina da Conceição com Maria Adilina de Farias, filha de Manoel José da Rocha e Clara Maria da Conceição.
Testemunhas Gerson Ferreira de Farias e Salustiana Ferreira de Farias. 



21/07/1871 - Casamento de Antonio Ferreira da Rocha (natural de Bananeiras), filho de João Ferreira da Rocha Camporra e Ana Joaquina de Mello, com Thereza Avelina de Faria, filha de Francisco de Faria Costa e Anna Joaquina do Espírito Santo.
Testemunhas: Tenente Coronel José Ferreira de Faria e Capitão Philinto (Filinto) Florentino da Rocha 

sábado, 12 de dezembro de 2015

PARAÍBA - 1802 - DADOS ESTATÍSTICOS

OCUPAÇÕES DOS HABITANTES DA CAPITANIA

Corpo Militar                  192
Magistrados e 
empregos civis                91
Clero Secular                  77
Clero Regular                  21
Agricultores                 8.447  
Artistas     *                     217 
Jornaleiros  *               1.082
Negociantes                   341
Pescadores                      20
Criadores de gado          422
Escravos                      4.899
Escravas                      4.376
Vadios e Mendigos      5.431

* Antigamente era considerado artista o profissional liberal que fazia qualquer trabalho de carpintaria, construção civil ou qualquer trabalho manual, mais assemelhado atualmente a um artesão. A profissão de artista, muitas das vezes encontrada nos livros antigos, não tem  o mesmo significado atual.

* Jornaleiro - era um trabalhador que trabalhava "a jorna", ou seja, contratados para trabalhar por dia. Muitas das vezes a retribuição pela jornada diária de trabalho era apenas um prato de comida. 

Brancos                       15.754
Índios                             3.344 
Pretos                          13.467
Mulatos                        18.068
Total                            50.835 

Produtos de exportação:
Açúcar, algodão, Goma, Azeite de Carrapato, Sola, Couros, Gado Vacum e Gado Cavalar.

NASCIMENTOS - ANO de 1802.

Brancos vivo       734
Brancos Mortos     67
Brancos Gêmeos  27
Total                    828

Índios Vivos         380
Índios Mortos         49
índios Gêmeos         0
Total                     429

Pretos Vivos          446
Pretos mortos          68
Pretos Gêmeos       10
Total                      524 

Mulatos vivos      1.036
Mulatos mortos       126
Mulatos Gêmeos      14
Total                     1.176

TOTAL DE MORTOS - ANO 1802
1534 

Fonte : Carta do Governador da Paraíba - Luís da Mota Feo ao Príncipe Regente.