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nome
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PAIS
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DATA
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PADRINHOS
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SEVERINO
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JOSÉ DOS ANJOS
BERNARDA MARIA
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13/02/1786
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JOZÉ ROIZ SANTANA
FRANCISCA
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IGNÁCIO
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JOÃO BATISTA
MARIA VICTORIA
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18/03/1786
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JOZÉ DA COSTA
IGNES MARIA
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MARCOS
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Exposto na casa de
JOZÉ DE CRASTO
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12/03/1786
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NICÁCIO DA COSTA
ANA THEREZA
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JOANA
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JOÃO LOPES DE
MENDONÇA E SUA MULHER IZABEL, escrava DE JOÃO LOPES DE MENDONÇA
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12/03/1786
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JOÃO LOPES DE
MENDONÇA E JOANNA MARIA
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ROZA
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FIDELIZ
LEONOR QUARESMA
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21/02/1786
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ANTONIO ROIZ
VICTORIANA MARIA
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VICTORIANA
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VICENTE DA COSTA
FRANCISCA FERREIRA
DOS SANTOS
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22/03/1786
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JOZÉ DO REGO
QUITERIA MARIA DO
ESPÍRITO SANTO
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THOMAZ
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MANOEL ROIZ FRANCO
MARIA DE JESUS
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24/02/1786
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JOZÉ LOPES
MARIA VIEGAS
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VICENTE
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DOMICIANO
VASCONCELOS
ANNA MARIA
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24/06/1786
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JOÃO LOPES
JOANNA MARIA
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LUCIANO
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ANDRE MOREIRA
APOLONIA MARIA
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2/8/1786
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IZIDORIO PERIXOTO
FRANCISCA
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ANTONIA
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BERTHOLEZA MARIA
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30/07/1786
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ALEXANDRE SOARES
VICTORIA GOMES DA
SILVEIRA
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FELICIANA
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MIGUEL PEREIRA
DOMICIANA CARVALHO
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29/06/1786
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JOÃO LOPES DE
MENDONÇA
IGNEZ MARIA
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GONÇALA
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JOZÉ RODRIGUES
ANDREA MARIA
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29/06/1786
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CARLOS FERREIRA
SEVERINA MARIA
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ROZA
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PEDRO BARROS
MARIA DA
PURIFICAÇÃO
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26/7/1786
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CAPITÃO MOR JOSÉ
PEREIRA DE CRASTO
ANGELICA MARIA
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JOAQUIM
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MATHIAZ FRANCISCO
LUIZA BABOSA
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6/8/1786
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JOAQUIM SOARES DA
SILVA
JOSEFA MARIA
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JOZEFA
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IZAQUIEL GOMES
MARIA DAS NEVES
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8/8/1786
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IZIDORIO DE SOUZA
JOSEFA MARIA GOMES
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JOZÉ
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JOÃO DE MORAIS
JERONIMA MARIA
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8/8/1786
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THEODORA MARIA
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JOZÉ
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JOÃO ROCHA
MARIA DAMIANA
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11/8/1786
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JOAQUIM JOZÉ
ANTONIO DE CRASTO
MARIA DAS NEVES
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MARIA
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DOMINGOS AGUIAR CORDEIRO
(NÃO CONSTA MÃE)
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26/02/1786
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MANOEL COSTA
RIBEIRO
CLARA GOMES
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LOUDOVINA
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FRANCISCO LOPES
MACIEL
ANACLETA MARIA
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27/02/1786
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ANTONIO DIAS
BIZERRA
MARIA CATARINA
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MANOEL
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ANTONIO JOZÉ DE
SOUZA
CATHARINA DE
VASCONCELOS
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2/3/1786
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JOZÉ ROIZ DE
ASSUMPÇÃO
INOCÊNCIA MARIA
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JOÃO
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FRANCISCO PINTO
ANTONIA MARIA
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2/3/1786
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GREGÓRIO ROIZ
JOANNA BATISTA
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ANTONIO
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JOZÉ DE CRASTO
IGNÁCIA MARIA
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2/3/1786
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PEDRO DE OLIVEIRA
MARIA DA CONCEIÇAM
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JOANNA
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JOZÉ ANTONIO
TEIXEIRA
ANNA SOARES DE
MENDONÇA
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2/3/1786
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LUIZ SOARES DA
SILVEIRA
MARIA IGNEZ
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FRANCISCO
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JOZÉ RIBEIRO DA
SILVA
ANA MARIA DE GOVEA
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7/3/1786
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JOZÉ GOMES
MARIA
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ANTONIO
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JOZÉ RODRIGUES
ASSUMPÇÃO
MARIANA TAVARES
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19/03/1786
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JOZÉ LOPES DE
MENDONÇA
IGNEZ ANTONIA
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ANA
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MANOEL BATISTA
GONSALVES
MARIA IZABEL
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4/4/1786
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IGNÁCIO GOMES
ANNA
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QUITÉRIA
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JOÃO DE ARRUDA
JOZEFA GOMES
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2/4/1786
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MANOEL DA SILVA
JOANNA MARIA DAS
NEVES
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ROZA
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PEDRO DA COSTA
ANNA MARIA
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1/4/1786
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JOÃO BATISTA
BIBIANA BARBOSA
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MARGARIDA
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DOMINGAS, escrava
de JOAQUIM JOZÉ ANTONIO DE CRASTO
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13/3/1786
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PEDRO CELESTINO DE
MELO
NARCIZA TAVARES DE
MELO
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THEREZA
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JOZÉ DE OLIVEIRA
JOANNA BAPTISTA
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29/3/1786
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ANTONIO BORGES
BIZERRA
MARIA DO LIVRAMENTO
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JOZÉ
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MATHIAS DA SILVA
MARIA DA ASSUMPÇÃO
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27/11/1786
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JOZÉ LOPES DE
MENDONÇA
IGNEZ MARIA
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ROZA
|
MATHIAS DA SILVA
MARIA DA ASSUMPÇÃO
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26/11/1786
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PEDRO CELESTINO
MARIA DE JESUS
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BARBARA
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JOZÉ DA CRASTO
MARIA NUNES
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21/11/1786
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ESTEVAM JOZÉ
MARIA JOZÉ
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CLARA
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ANA CARNEIRO criola
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19/12/1786
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MANOEL DA SILVA
QUITERIA MARIA
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NARCIZA
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ANTONIO PAEZ
ILENA MARIA
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19/12/1786
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FRANCISCO LOPEZ
THEREZA DE JESUS
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IGNÁCIO
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ANTONIA, preta
escrava do Capitão ANTONIO DE FARIA
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15/12/1786
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JOZÉ RODRIGUES DE
SANTIAGO
ANTONIA FRANCISCA
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LUIZA
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JOÃO NICÁCIO
ANA
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25/12/1786
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ANDRÉ MOREIRA
ANTONIA DE ALMEIDA
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THEREZA
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MANOEL DA COSTA
MARIA CIRIACA
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25/12/1786
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IGNÁCIO VIEIRA
MARIA CORDEIRO
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CIPRIANO
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MANOEL DUARTE
JOANA MARIA
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25/12/1786
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IGNÁCIO FERREIRA
MARIA THEREZA
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JOZÉ
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JOANNA MARIA
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25/12/1786
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JOZÉ BATISTA
ANNA RABELO
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JORGE
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GERMANO MENDES
SIGORIANA MARIA
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25/12/1786
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ANTONIO SERRADO
CLARA
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GONÇALA
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IGNÁRIO FERREIRA
JOANNA TAVARES
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25/12/1786
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ANTONIO FERNANDES
DE SOUZA
D. ANNA
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MANOEL
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LUIZ FERREIRA
ROZA MARIA
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26/12/1786
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ANTONIO DE JESUS
IGNÁCIA FIDELIZ
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IGNÁCIO
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MANOEL FERNANDES DO
REGO
MARIA JOZÉ
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27/12/1786
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IGNÁCIO BARBOSA DO
REGO
THEODORA BARBOSA
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ANTONIO
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ANTONIO FERREIRA DA
SILVA
CUSTODIA MARIA
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28/12/1786
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IZIDORIO GONÇALVES
DE SOUZA
MARIA THEREZA DE
JESUS
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ANGELICA
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LOURENÇO DE SOUZA
IGNÁCIA MARIA
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2/1/1787
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FRANCISCO MOREIRA
CATARINAS GOMES
MONTEIRO
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PEDRO
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JOÃO DA ROCHA
THEREZA MARIA DE
JESUS
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7/7/1786
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JOÃO LOPES DE
MENDONÇA
IGNEZ MARIA
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sábado, 17 de janeiro de 2015
BATISMOS NA CAPELA DE BANANEIRAS/ PB 1786
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
ARARUNA (Município) em 1899
ARARUNA (Município) em 1899
Limita-se com o estado do
Rio Grande do Norte, tem como sua principal povoação TACIMA, e mais três
povoados: Riachão, Cacimba do Dantas e Cachoeirinha. Todos com capela.
A vila de Araruna compõem-se
de cento e poucas casas. A população da freguesia é de mais ou menos 8 mil e a
do município de 12 mil (em 1903 a população do município era de 13.308
habitantes).
Com 15 casas comerciais,
várias máquinas de descaroçar algodão tem um comércio mais ou menos animado.
O professor público da
cadeira do sexo masculino (*) era Amaro Gomes de Almeida e da cadeira do sexo
feminino era Minervina Maria Bezerra de Menezes. Amaro aposentou-se em 5/10/1907.
Neste ano o 3° suplente do
juiz municipal era HENRIQUE EMYGDIO DE SOUSA PINTO (vide postagem no blog).
Fonte> Almanack da Parahyba 1899
* O primeiro professor
público que encontrei nos registros foi JOAQUIM DA SILVA BARBOSA, que teria
lecionado em Araruna de 1865 a 1875, mas é provável que antes dele outro(s) professor(es)
tenham lecionado já que a freguesia data de 1854.
sábado, 15 de novembro de 2014
GUERRA DOS PITIGUARES (POTIGUARES) -1586 a 1599
Muitos conflitos sangrentos envolveram os índios potiguares e os portugueses. De um lado os verdadeiros "donos da terra" de outro os que se consideravam também donos.
De agosto de 1586 a maio de 1587, ocorreu o que pode ser considerado o primeiro grande conflito travado em solo nacional, perdurando até o ano de 1599 onde foi selada a paz. Ficou conhecida como a GUERRA DOS PITIGUARES.
Segundo relato do padre Christovão de Gouvea, visitador da Companhia da Jesus, o Ouvidor Geral, Martin Leitão, percorreu ao todo aproximadamente quarenta léguas, se embrenhando em território desconhecido até dos portugueses que era a Serra da Copaoba.
A Serra da Copaoba é descrita como " toda feita de alti-baixos, porque é outeiro até as nuvens, que a pé só se sobe por elles com trabalho, e abysmos baixíssimos, cousa não vista em outra parte do Brasil, e ests tres ou quatro léguas d'estes outeiros .... é terra muito boa.... com cincoenta aldeas de pitiguares, umas pegadas nas outras e a vista o seu celleiro era de infinidade de mantimentos e algodão".
Em nove meses foram queimadas as aldeias (que tinham entre quatro a cinco mil fogos) localizadas nas "ladeiras" da Copaoba, que tinham a liderança dos caciques Pao Seco e Zorobabé, que foram expulsos e tiveram que migrar com os sobreviventes.
Os potiguaras fugiram para o Rio Grande do Norte, se embrenhando no que hoje é a região da Borborema Potiguar, onde já existiam pequenas outras aldeias. Alguns ali se fixaram definitivamente. Outros se dirigiram para a foz do Rio Grande, onde os portugueses criaram um pequeno arraial em 1589 (embrião da futura cidade de Natal - oficialmente fundada em 1599, ano em que a guerra terminou).
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domingo, 12 de outubro de 2014
ANTA ESFOLADA - ATUAL NOVA CRUZ/RN
Erros sempre são cometidos em todos os ramos do conhecimento humano, em se tratando de GENEALOGIA não é diferente, já que muitas das vezes os dados históricos apresentam inconsistência.
Foi o parece que aconteceu nas minhas pesquisas, uma vez que em vários documentos do século XVIII que encontrei até agora, referentes aos meus ancestrais paternos pertencentes à família OLIVEIRA, havia a menção de "Goianinha", no Rio Grande do Norte.
Contudo, do início do século XIX até a sua metade, por volta de 1846, as referências passam para uma localidade denominada "São Bento".
Como atualmente existem os municípios de Serra de São Bento e São Bento do Trairi, e uma vez que ambos fazem fronteira com a Paraíba e estão localizados na microrregião da Borborema Potiguar. Distantes cerca de 50 Km um do outro, além de próximos das cidades de Santa Cruz/RN, Araruna/PB e Bananeiras/PB, locais onde grande parte dos meus ancestrais viveram, acreditei que uma das duas localidades seria aquela citada nos documentos como SÃO BENTO.
Sobre Serra de São Bento as informações que obtive são poucas e remontam apenas à metade do século XIX. O fato de sua "fundação" ter sido atribuída ao Coronel João de Oliveira Mendes não despertou minha atenção, exceto pelo sobrenome OLIVEIRA do seu "fundador". Mas, não encontrei nenhum JOÃO DE OLIVEIRA MENDES na minha árvore genealógica, daí fiz a exclusão da SERRA DE SÃO BENTO.
Já em relação a São Bento do Trairi, sempre acreditei que o denominado "fundador" da cidade pela historiografia oficial "JOSÉ PAULINO DE OLIVEIRA GARROTE", na verdade , era um dos filhos de meu trisavô PEDRO PAULINO BORGES (que aparece nos registros paroquias também como PEDRO PAULINO DE OLIVEIRA OU PEDRO JOSÉ PAULINO), de nome JOSÉ PAULINO DE OLIVEIRA.
Ao contrário do pai que sempre viveu nos OLHOS D'ÁGUA DA ALDEIA (atual zona rural conhecida como Aldeia do município de Solânea/PB - vide postagem no blog FAMÍLIA BORGES), os filhos não permaneceram na Paraíba e fixaram residência em Santa Cruz/RN.
JOSÉ PAULINO DE OLIVEIRA casou-se com FRANCISCA MARIA. Tiveram muitos filhos e deixaram muitos descendentes.Um dos filhos do casal foi JOSÉ, nascido aos 16/08/1879, batizado em Santa Cruz, sendo padrinhos Severino de Oliveira e sua mulher Victorina Maria da Conceição, o qual fiz menção no livro Genealogia Sertaneja.
Mas, recentemente descobri vários documentos que remetem a "ANTA ESFOLADA", que na verdade é atualmente o município de NOVA CRUZ/RN, e foi chamada no passado de URTIGAL e de ANTA ESFOLADA.
Foi distrito com a denominação de SÃO BENTO em 1835, elevada à categoria de Vila em 1852, desmembrada de Goianinha.
Assim, verifico que cometi um erro muito grande quando foquei minhas pesquisas do século XVIII apenas em São Bento do Trairi. Deveria ter atentado para a data em que NOVA CRUZ era chamada de SÃO BENTO.
Quanto a denominação de ANTA ESFOLADA, ao que parece durou bastante tempo. No registro de 1818 abaixo, temos um pequeno exemplo.
fonte: family search
" Aos quinze dias do mez de septembro do anno de mil oitocentos e dezoito, no lugar da ANTA ESFOLLADA, freguezia de Villa Flor, de licença minha com banhos e dispensados no tercero grao de sanguinidade pelo Reverendo Manoel Joaquim Pereira e das testemunhas Gonçalo José de Castro e Manoel Francisco dos Santos, contrairão matrimônio por palavras presentes Martinho Pereyra e Maria da Conceição, aquele filho legítimo de José Pereira e Honória Maria da Conceição esta filha legítima de Mathias Francisco e de Thereza Maria, todos desta freguezia de Mamagoape e logo receberão as bençãos na forma do ritual romano, do que para constar fiz este termo."
Para finalizar, deixo registrado que existe toda uma lenda sobre a ANTA ESFOLADA. Não passa realmente de lenda. Pois, na verdade a região já era ocupada pelos criadores de gado no século XVII.
Vaqueiros acostumados a curtir o couro do gado que também curtiam o de outros animais.
No atual município de Lagoa da Anta, que já pertenceu a Nova Cruz, existiam muitas antas, cujo couro é muito resistente e era utilizado pelos vaqueiros para fazer rédeas.
Sabe-se que o costume de esfolar animais ainda vivos é bem antigo. Os animais recebiam uma paulada ou várias pauladas na cabeça. Alguns morriam na hora, outros só ficavam atordoados ou desmaiados.
Quando o animal parava de se mexer começavam a cortar a pele a qual era arrancada sobre a cabeça dos animais. Alguns ainda vivos eram descartados e jogados em local próximo, enquanto o esfolamento continuava com outros animais.
Como a morte ainda demorava a chegar para alguns, não raro um ou outro animal ainda tinha força de se levantar antes de morrrer, mesmo depois de esfolados, gerando uma terrível imagem de sofrimento banhado em sangue.
Pela quantidade de antas que foram abatidas no local, é possível que algo semelhante tenha ocorrido o que logo virou de conhecimento público e, como sempre acontece nesses casos a história foi acrescida de algum fato sobrenatural.
Pobre da anta esfolada. Se o seu couro não fosse tão bom não teria sido lembrada por um fato tão deprimente e não teria dado nome a uma localidade. Aliás, duas se considerada a LAGOA DAS ANTAS.
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